sábado, 5 de janeiro de 2013

MISSÃO: Evangelizar é preciso.

Estrada que vai do povoado "dos Damião" aos sítios Pedrinhas e Poços D´água. 

(Tiago 1:27) -  A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo. 

A paz do Senhor para todos os leitores. Estou expondo aqui um pouco do que faço aos dias de sábado a tarde, que é evangelizar, visitar os crentes, pregar a palavra e dar atenção também aos humildes. Tenho um companheiro de Viagem chamado irmão Adelmo, um Senhor de 60 anos sempre disposto a levar a palavra aos perdidos. estamos indo muitas vezes onde ninguém quer ir, mas esta é a nossa missão. continue orando por nós e vejam um pouco do nosso trabalho através das fotos. 
Casa visitada no povoado Macena
Povoados, sítios e fazendas estão na nossa rota.

Irmão Adelmo se preparando para evangelizar
As fotos são uma representação do que fazemos, e retratamos isto para mostrar como é feito o trabalho de evangelismo na zona rural. Nem sempre é possível tirar foto ou se deve; nosso objetivo é levar o evangelho mas estas são pra ficar registrado a importância que se tem de se levar a PALAVRA DO SENHOR a TODAS as pessoas sem distinção. 
Povoado dos "Damião" visto de longe

Partindo de um sítio para outro por estrada de chão
Visitando uma Idosa de 94 anos enferma
Fotos, imagens de santos muito comuns utilizadas por sertanejos na zona rural
Um fato curioso que costumamos encontrar nas casas são muitas imagens, fotos dos mais variados tipos de santos devido a uma prática antiga do sertanejo de se apegar a ídolos e imagens para fazer suas preces. Mais isto tem mudado com a pregação do evangelho. pessoas e mais pessoas estão tendo consciência que Jesus é suficiente em tudo e em todos. 

Um forte abraço a todos! continuem orando por nós!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Katharina Von Bora (Esposa de Martinho Lutero)


http://pt.wikipedia.org/wiki/Catarina_von_Bora

Por James I. Good

Uma das figuras femininas mais importantes da Reforma Protestante do Século XVI foi, sem dúvida, Katharina Von Bora. Não que ela tenha praticado qualquer grande ato heróico, se envolvido pessoalmente em grandes controvérsias ou sido martirizada em virtude da sua fé. No dizer de um de seus biógrafos: “ela não escreveu nenhum livro nem jamais pregou um único sermão, mas seu inestimável auxílio possibilitou que seu marido fizesse tudo isso como poucos na história da igreja.” Estamos falando da Sra. Lutero.
Katharina nasceu em 1499, filha de um nobre alemão que passava por dificuldades financeiras. Aos 3 anos de idade, perdeu sua mãe, e seu pai a levou para estudar na escola do convento Beneditino, onde vivia sua tia Madalena Von Bora. Aos 9 anos, entrou para o convento propriamente dito, tornando-se freira aos 16 anos de idade.

Quando Lutero fixou as suas famosas 95 teses nos portões da Capela de Wittemberg, Katharina estava com 18 anos de idade. Entretanto, ela e outras freiras do convento ouviram falar do ensino bíblico de Lutero, e crendo no que ele pregava, desejaram abandonar a clausura. Escreveram a seus pais, mas eles não tomaram nenhuma atitude no sentido de libertá-las. Decidiram então escrever a Lutero, tendo a carta sido redigida pela própria Katharina. Quando o reformador tomou conhecimento do fato, encorajou um amigo negociante a ajudá-las a escapar. Esse homem, Leonardo Koppe, ia frequentemente ao convento, levando alimentos e todo tipo de mantimentos para abastecer o mosteiro, e uma noite em 1523, ajudou-as a fugir, transportando as 12 noviças em um barril de peixes! Muitas retornaram às suas famílias. Lutero procurou auxiliar a todas, ajudando-as a encontrar moradias, maridos e empregos. Dois anos após a fuga, todas haviam seguido seu destino, exceto Katharina, que morou por um curto período de tempo na casa do pintor Lucas Cranach, autor de seu famoso retrato.

Em 1524, com a aprovação e recomendação de Lutero, Katharina foi cortejada por um dos alunos de Wittemberg, mas seu pai se opôs ao casamento. Neste mesmo ano, Lutero arrumou-lhe um novo pretendente, o Pastor Glatz, mas ela recusou-se a desposá-lo. Ela costumava dizer: “Só me casarei com o Dr. Lutero ou com alguém muito parecido com ele”. Lutero ria ao ouvir isso, pois apesar de, já àquela altura, condenar o celibato, não tinha intenção de casar-se: “nunca farão com que eu me case!”, afirmou ele. Alguns garantem que ele chegou a interessar-se por outra ex-freira, Ave Von Schonfeld, mas o relacionamento parece não ter prosperado.

Porém, gradualmente, tanto pela convivência, como por insistência dos seus amigos e seu pai, Lutero acabou propondo casamento à Katharina. Eles ficaram noivos em 13 de junho de 1525 e casaram no dia 25 de junho daquele mesmo ano, ou seja, doze dias depois! A decisão parece ter causado surpresa, pois o próprio Melanchton, escrevendo a um amigo, declarou: “Inesperadamente, Lutero desposou Bora sem querer mencionar seus planos ou consultar seus amigos”. Muitos foram contra o casamento, pelos motivos mais variados. Primeiramente porque, àquela altura, ainda não se admitia que os religiosos contraíssem matrimônio: tratava-se de um escândalo! Segundo, pela grande luta que o reformador vinha travando conta Roma: na condição de herege e proscrito, sua vida estava em constante perigo. Outra razão era a diferença de idade: quando casaram, Lutero estava com 42 anos e Katharina com 26! Ela também sofreu difamações pela união com o reformador, mas, felizmente, o casamento ocorreu e eles viveram felizes por cerca de 21 anos, até a morte do reformador. São curiosos alguns escritos de Lutero sobre esse período inicial de sua vida matrimonial. Escrevendo a um amigo ele declarou: “Existem algumas coisas com as quais precisamos nos acostumar no primeiro ano de casamento; o sujeito acorda de manhã e encontra um par de tranças postiças no travesseiro, onde antes não havia nada!” Entretanto, após um ano de casado, escreveu: “Minha Kathe é, em tudo, tão dedicada e encantadora que eu não trocaria minha pobreza pelas maiores riquezas do mundo”. E mais tarde: “Não há na terra um laço tão doce, nem uma separação mais amarga como a que ocorre num bom casamento”. Finalmente, é bem conhecida sua declaração: “Não há relação mais bela, mais amável e mais desejável, nem comunhão e companhia mais agradável do que a de marido e mulher num casamento feliz”.
Imagem cedida por: http://de.wikipedia.org

O príncipe Frederico havia dado de presente a Lutero o prédio do mosteiro agostiniano em Wittemberg, e foi para lá que a família se mudou em 1525. Katharina reformou o mosteiro e o administrou, o que veio a permitir que Lutero gozasse de relativa paz e ordem em sua vida privada. Ela dirigia e administrava as finanças da família, para que ele pudesse dedicar-se às tarefas que essencialmente lhe competiam: escrever, ensinar e pregar. Ela foi uma esposa dedicada e diligente, a quem Lutero freqüentemente se referia como “Kathe, minha patroa (no inglês, my lord)”. Eles tiveram 6 filhos, dos quais 4 sobreviveram até à idade adulta. Além disso, cuidavam de uma parente de Katharina e, em 1529, com a morte da irmã do reformador, mais 6 crianças – agora órfãs – se juntaram à família. Além dos familiares e de um cachorro de estimação, era comum haver mais de 30 pessoas no mosteiro, entre hóspedes, viajantes em trânsito e estudantes (eles costumavam receber estudantes, que pagavam pelos seus estudos, ajudando assim a equilibrar o orçamento doméstico). Desse modo, sua rotina diária era bastante atarefada: ela tinha uma horta, um orquidário, confeccionava material para pescaria, e acabaram, posteriormente, adquirindo uma pequena fazenda onde criavam gado, galinhas e fabricavam cerveja caseira. Ela também gostava de ler e de bordar. Lutero costumava chamá-la de “a estrela da manhã de Wittemberg”, já que diariamente levantava às 4 horas da madrugada para dar conta de suas muitas responsabilidades. Com muita freqüência, o reformador caía enfermo, e Katharina cuidava dele não simplesmente como esposa, mas quase como enfermeira, devido aos grandes conhecimentos médicos que possuía. 

Entretanto, sua vida não era somente dedicada a coisas materiais. Seu marido a encorajava em seus estudos bíblicos devocionais e sempre sugeria algumas passagens particulares para que memorizasse. Quando ele se encontrava deprimido, era a sua vez de ajudá-lo: sentava-se ao seu lado e lia a Bíblia para ele, edificando o seu coração. Conta-se que, certa vez, Lutero estava bastante deprimido. Não se alimentava e passava os dias trancafiado em seu quarto. Estava cheio de dúvidas sobre se o que fazia era ou não da vontade de Deus. Katharina vestiu-se de preto e entrou subitamente no aposento. Lutero tomou grande susto, pensando que alguém tinha morrido. Katharina respondeu: “Ao que parece, Deus morreu!” A reação de Lutero foi imediata: levantou-se e saiu do quarto, agradecendo à esposa por fazê-lo retornar à vida.
Em termos de recreação, Lutero gostava de participar de jogos ao ar livre com a família, e também apreciava os jogos de mesa, como o xadrez, além de jardinagem e música. Ele e Katharina eram pais diligentes, “disciplinando seus filhos, em amor”. Seu lar era famoso pela vitalidade e felicidade ali reinantes. Dessa forma, a família do reformador tornou-se um modelo para as famílias cristãs alemãs por muitos anos. Lutero considerava o casamento como a melhor escola para moldar o caráter e a vida familiar um método excelente e apropriado para treinar e desenvolver as virtudes cristãs da firmeza, paciência, bondade e humildade.

Lutero faleceu em 1546, e Katharina ainda viveu por mais 6 anos. Ela chegou a ver seus filhos atingirem a idade adulta, alcançando posições de influência na sociedade, exceto aqueles que morreram na infância, causando grande sofrimento as pais: sua primeira filha (Elizabeth) que morreu aos 8 meses de idade, e a segunda filha (Madalena) que faleceu aos 13 anos. Para termos uma idéia desses sofrimentos, segue um breve relato. Quando Madalena adoeceu gravemente, Lutero orou: “Senhor, eu amo muito a minha filha, mas seja feita a tua vontade”. Ajoelhando-se junto à cabeceira de sua cama, falou: “Madalena, minha menina, eu sei que você gostaria de permanecer aqui com seu pai, e também sei que gostaria de ir encontrar-se com o seu Pai no céu. Ela, sorrindo, respondeu: “Sim, papai, como Deus quiser”. Finalmente, depois de alguns dias, ela faleceu em seus braços, e no seu sepultamento, Lutero disse chorando: “Minha querida e pequena Lena, como você está feliz! Você ressurgirá e brilhará como o Sol e as estrelas... É uma cosa esquisita – eu saber que ela está feliz e em paz, e ainda assim, me sentir tão triste!”
Quanto aos outros filhos, o mais velho (Hans) estudou Direito e tornou-se conselheiro da corte. O segundo (Martin), estudou Teologia. O terceiro (Paul), tornou-se um médico famoso, e a terceira filha (Margareth) casou-se com um rico prussiano. A título de curiosidade: os descendentes de Lutero que ainda vivem, descendem de sua filha Margareth, dentre eles, o ex-presidente da Alemanha, Paul Von Hindenburg.
No mesmo ano da morte de Lutero (1546), Katharina deixou Wittemberg e fugiu para Dessau, devido à guerra smalkaldiana e, em 1552, viajou para Torgau, fugindo de uma peste que grassara em Wittemberg. Ela morreu em 20 de dezembro de 1552 na cidade de Torgau.

Encerro esse breve relato sobre a vida de Katharina citando o último testemunho do seu esposo. Escrevendo, certa vez, a um amigo, ele disse: “Minha querida Kate me mantém jovem, e em boa forma também... Sem ela, eu ficaria totalmente perdido. Ela aceita de bom grado minhas viagens e quando volto, está sempre me aguardando com alegria. Cuida de mim nas minhas depressões e suporta meus acessos de cólera. Ela me ajuda em meu trabalho, e acima de tudo, ama a Cristo. Depois Dele, ela é o maior presente que Deus já me deu nesta vida. Se algum dia, vierem a escrever a historia de tudo o que já tem acontecido (a Reforma), espero que o nome dela apareça junto ao meu. Eu oro por isso...”.
Ao tomar conhecimento dessa declaração, Katharina respondeu: “Tudo o que tenho feito se resume a simplesmente duas coisas: ser esposa e mãe, e tenho certeza que uma das mais felizes de toda a Alemanha!”.
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Texto extraído do livro Grandes Mulheres da Reforma, de James I. Good (editada por Lays Anglada) – Knox Publicações

FONTE: http://ospuritanos.blogspot.com.br

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Culto de agradecimento pelo lançamento do Livro "Os dias da Besta"

A paz do Senhor amados! 

Aconteceu no último dia 19 de dezembro de 2012, um culto de agradecimento na assembleia de Deus em Senador Rui Palmeira, Alagoas, pelo lançamento do meu livro "os dias da Besta". o culto foi uma benção e apesar dos contratempos naquele dia, muitos amigos compareceram. O livro estava pronto desde 2010 mas só consegui publica-lo agora em 2012 devido a uma vida cotidiana bastante corrida. 

Quero aqui agradecer a Deus, primeiramente pela força e sabedoria e também a todos os companheiros e amigos que se fizeram presentes. Foi uma benção. resolvi postar algumas fotos deste evento a qual contou com uma banda (gospel) amiga da cidade de Pão de Açúcar e colegas de outras cidades. 

Como muitos sabem, amo escatologia, esta no meu sangue e resolvi deixar esta contribuição também para o reino de Deus onde exponho algumas doutrinas bíblicas concernentes ao tempo do fim em assuntos bastante polêmicos em nossos dias como a grande tribulação, o Futuro anticristo, o falso profeta, as duas testemunhas, a marca da besta dentre outros assuntos correlatos.  Em breve, se Deus quiser, faremos o lançamento do segundo e terceiro livro que já estão quase concluídos que se chamarão "O chamado do anticristo" e "O livro de judas versículo por versículo". Ao final desta noite maravilhosa, fomos ao restaurante da irmã Betinha onde todos os convidados puderão participar de um jantar e um churrasco. Se alguém tiver interesse em adquirir o livro, fale comigo pelo blog, ou me envie um Email que trataremos do assunto.

A paz do senhor para todos e compartilho com todos as fotos!
Com o irmão Romildo

Com o irmão Ezequiel

Obreiros do Senhor

Autografando para os amigos


parte da igreja


visitantes
Presbítero Wagner de Pão de Açúcar pregando

Parte da igreja

Irmã Suzana e fátima

Com o irmão Elmir

O irmão Junho e sua esposa Vaninha

pastores e presbíteros

Eu e o irmão Lennoh  
Jantar para os convidados

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Sonho com a marca da Besta

Imagem cedida por: apocalipsefacil.blogspot.com

Este é um relato de um sonho de uma irmã norte americana. sua identidade completa será preservada, mais o seu conteúdo foi publicado.

Nicole


Meu sonho foi em 24/09/2012 onde a marca da besta está sendo implementada. Não era obrigatório ainda, mas estava sendo oferecido. A marca da besta estava sendo comercializado pesadamente na, internet, rádio televisão, como a coisa mais nova como o próximo iPod, iPad, iPhone. Eles tinham essas vans pretas que tinham tatuagem como / Ed Hardy desenhos sobre as vans que foram bastante impressionante. Houve um telefone  0800 # que você poderia chamar a van e iria aparecer na casa da pessoa ou do escritório. 

Bem, eles começaram a oferecer as tatuagens microchip / RFID de rastreamento / como etiqueta em vários locais para que os adultos possam a ver depois do trabalho. Eles foram oferecê-lo em bibliotecas, escolas, bancos em  alguns horário para  não dizer seis horas - dez horas para adultos que trabalham. Eu não vi as crianças pequenas a esses locais. No entanto, no meu sonho eu era um observadora e eu comecei a tentar executar a cada lugar para estar lá antes do tempo para avisar as pessoas. Mas parecia que havia pessoas que ficaram lá mais cedo, antes de mim e antes o local era para abrir. Eles foram as primeiras pessoas que pareciam coagir os trabalhadores para marcá-los antes de qualquer outro, para que pudessem vencer as linhas. 

E no meu sonho eu estava correndo o mais rápido que pude para alertar as pessoas, mas, na verdade, havia pessoas caminhando já de volta para seus carros e foram marcadas. Eu disse a eles, você não sabe que você teve a marca da besta? Por que você estava com tanta pressa para fazer isso? E eles me disseram, não sabia que era a marca da besta, nós pensamos que era para nos ajudar em nossas vidas. E no meu sonho eu disse isso de uma forma muito severa com grande autoridade!

EU DISSE: NÃO IMPORTA SE VOCÊ SABIA ou não que a tatuagem TRACKING MICROCHIP / RFID foi a marca da besta, ou NÃO. Você ainda está condenado ao inferno por toda a eternidade!

Gente, isso é tão sério! Por favor, poste em todos os seus sites que a marca da besta está prestes a ser comercializados de forma que ela vai aparecer bem. No entanto, você não pode tirar esta marca e, em seguida, acho que você pode desativá-lo, tirá-lo, cortou a sua mão, etc O ensaio completo da marca da besta é a sua decisão e sua fidelidade a aceitá-la ou não. 

Segundo Sonho


Agora este sonho foi do meu filho em 24/09/2012. Ele teve um sonho, onde a partir do ano de 2013, que o big brother havia se infiltrado sociedade. Ele viu esse tipo novo de torres de telefonia celular que não eram as torres de telefonia celular realmente ... eles eram torres preto e amarelo que usou seu telefone celular como um dispositivo de ouvir todas as suas conversas em sua casa .... e eles tiveram discurso reconhecimento de ser capaz de dizer quem estava dizendo o quê. Meu filho disse que as pessoas que vão para este sistema em 2013 precisa ter cuidado de seus telefones celulares e sua internet. 


FONTE: http://www.fivedoves.com/letters/sep2012/nicole927-2.htm


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

George Whitefield – surpreendido pelo Espírito

George Whitefield (1714 – 1770) foi contemporâneo de John Wesley e juntamente com ele foi um dos instrumentos que Deus usou para trazer avivamento a sua geração. Whitefield pregou aproximadamente umas 20 mil vezes a mais de dez milhões de pessoas.

Whitefield, assim como Wesley, mantinha um diário pessoal no qual registrou suas experiências. Em seus relatos, ele registra os mesmos fenômenos que John Wesley testemunhou em seu ministério: pessoas desmaiando e caindo no chão, algumas louvando, outras gritando, umas clamando, e outras tomadas por fortes convulsões.
Ironicamente, tais fenômenos começaram a se manifestar em seu ministério depois que Whitefield procurou Wesley para admoestá-lo por permitir tais manifestações. Wesley, em seu diário, registra esta conversa entre os dois.
“Não posso concordar com o fato de você dar tanto apoio a estas convulsões em suas reuniões”, disse Whitefield a Wesley. Em seu diário, Wesley escreve que as objeções de Whitefield às manifestações “estavam fundamentadas em fatos terrivelmente distorcidos. Mas no dia seguinte, ele teve a oportunidade de se esclarecer melhor: tão logo começou a convidar os pecadores a crerem em Cristo, quatro pessoas caíram perto dele, quase ao mesmo tempo. O primeiro perdeu os sentidos e ficou imóvel. Um segundo tremia intensamente. O terceiro tinha fortes convulsões por todo seu corpo, e não fazia nenhum ruído, só gemia. O quarto, também convulsionava e clamava a Deus em altos choros e lágrimas.”
Diante da resistência inicial de Whitefield, uma irmã chamada Lady Huntington escreveu a Whitefield a respeito dos clamores e quedas que ocorriam durante as reuniões, aconselhando-o a não proibir as manifestações, como já havia feito. “Você está cometendo um erro enorme. Não queira ser mais sábio do que Deus. Deixe as pessoas clamar, pois lhes fará muito melhor do que as suas pregações”, escreveu Lady Huntington.
Diante das manifestações que ironicamente seguiram o ministério de Whitefield, Wesley conclui: “Acho que agora todos nós teremos que pagar o preço por fazer a obra de Deus da maneira que lhe agrada.”
FONTE: http://paoevinho.org

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Deus, o Pai, agente de nossa salvação - John Owen

Imagem cedida por: http://charquinho.blogs.sapo.pt/1293753.html

De que maneira  foi Deus, o Pai, o agente de nossa salvação? Minha  resposta para essa  pergunta é a seguinte: por duas maneiras,  isto é,  foi Deus, o Pai, que enviou o Filho para morrer,  e  foi  o Pai que puniu Cristo por  causa dos nossos pecados. Podemos examinar estas duas coisas em maiores detalhes.  

1.   É  claro,  a  partir  de  muitos  versículos  bíblicos,  que  o  Pai  enviou  o  Filho  ao mundo.  Por  exemplo:  "vindo  a  plenitude  dos  tempos,  Deus  enviou  Seu  filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei,  afim de recebermos a adoção de filhos." (Gálatas 4:4-5). O fato de enviar o Filho envolveu Deus, o Pai, em três coisas:  


i. houve o propósito original que sempre estivera em Sua mente (I Pedro 1:20);  

ii. houve o Seu ato de dar ao Filho todas as habilidades que Ele necessitava, a fim de fazer a obra para a qual fora enviado (João 3:34-35) 

  iii. houve o Seu ato de prometer a Seu Filho toda a ajuda necessária quanto ao sucesso na obra (Atos 4: 10-11).  

2.   É claro, a partir de muitos versículos bíblicos, que o Pai puniu Jesus Cristo por causa dos nossos pecados. Por exemplo: "Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus." (II Coríntios 5:21). Pode-se dizer que Cristo sofreu e morreu em nosso  lugar. Sendo assim, não seria estranha a  idéia de que Cristo deveria sofrer em  lugar daqueles que também irão sofrer por causa dos seus próprios pecados?  

Colocamos o assunto da seguinte maneira: Cristo sofreu...  

...pelos pecados de todos os homens, ou...  
...pelos pecados de alguns homens, ou...  
...por alguns dos pecados de todos os homens.  

Se  a  última  afirmativa  é  verdadeira,  então  todos  os  homens  ainda  têm  alguns pecados, e, portanto, ninguém pode ser redimido.  


Se  a  primeira  afirmativa  é  verdadeira,  então  porque  não  estão  todos  os  homens livres do pecado? Você poderá dizer: "Por causa da incredulidade deles. "Mas eu pergunto: 

"A incredulidade é um pecado?" Se não é, por que todos os homens são punidos por causa dela?  Se  é  um  pecado,  então  deve  estar  incluída  entre  os  pecados  pelos  quais  Cristo morreu. Portanto, a primeira afirmativa não pode ser verdadeira!  

Assim, é claro que a única possibilidade restante é que Cristo levou sobre Si todos os pecados de alguns homens, os eleitos, somente. Creio que este é o ensino da Bíblia.  

FONTE:  Extraído do livro "POR QUEM CRISTO MORREU?" 
Uma versão simplificada e condensada do clássico: "A Morte da Morte na Morte de Cristo", pelo Dr. John Owen, 1616-1683. Editora PES. 



sábado, 15 de dezembro de 2012

BLASFÊMIA: Ativistas lançam Bíblia gay para desmistificar a homossexualidade

http://noticias.gospelprime.com.br

Após centenas de debates entre a comunidade LGBT e os evangélicos sem uma solução definitiva, um grupo de ativistas decidiu publicar a primeira “Bíblia Gay”.

A homossexualidade continua a ser uma questão amplamente debatida e a Bíblia tradicionalmente é vista como um documento que condena a relação sexual de pessoas do mesmo sexo. Por isso, alguns editores anônimos afirmam que chegou a hora de reinterpretar as Escrituras para criar uma tradução favorável a gays e lésbicas.

Ela é chamada de “Bíblia Rainha James”, pois segundo o grupo responsável pela sua edição, o Rei James da Inglaterra, que autorizou a primeira tradução para o inglês mais de 400 anos atrás, seria gay.

“A Bíblia Rainha James resolve quaisquer interpretações homofóbicas da Bíblia, mesmo assim sabemos que a Bíblia ainda está cheia de contradições”, diz o website que promove a publicação. “Não há Bíblia perfeita. Esta também não é. Nós queríamos fazer um livro cheio da palavra de Deus, que ninguém poderia usar para condenar incorretamente os filhos de Deus que nasceram LGBT, e conseguimos. ”
Os editores fazem várias ponderações sobre as dificuldades de tradução de termos como “sodomita” e “abominação”. Afirmam ainda que a palavra “homossexual” não foi colocada no livro sagrado até 1946 e que esse termo não existe em nenhum verso dos manuscritos originais. Essa nova versão é supostamente “mais pura”.
Levando em conta os versículos mais citados em argumentações teológicas contra a homossexualidade e a atração pelo mesmo sexo, os editores dizem terem refeito o texto “de uma maneira que faz com que seja impossível haver interpretações homofóbicas.”
Para eles, essa Bíblia visa corrigir “algumas passagens que geram discriminação contra os membros da comunidade LGBT” e “ser uma referência para as pessoas da comunidade gay que são crentes, e agora têm uma Bíblia que se adapta à sua forma pensar e não discrimina segundo a orientação sexual”.
Os exemplares da primeira edição estão à venda no site Amazon.com e custam cerca de 70 reais. 

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/biblia-gay-queen-james/

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