quinta-feira, 21 de junho de 2012

Pensamentos - Sinomar Fernandes

Imagem cedida por: http://ibrestituicao.blogspot.com.br/2010/06/aprendendo-agradecer-ao-inves-de.html  
A murmuração é uma atitude abominável.
Nunca ouvi dizer de um murmurador que ficasse impune.

Por isso recomendo aos meus leitores que leiam com atenção estes pensamentos:

1- O murmurador é aquele que, na tua presença te beija, mas por detrás, te apunhala.

2- O murmurador é aquele que te atrai para o escuro, pois o que vai falar não pode ser dito à luz. E fala baixinho.

3- O murmurador vê tudo sujo, mas nunca se lembra de limpar os próprios óculos.

4- O murmurador vive à caça dos defeitos alheios, mas nunca aceita falarem dos seus deméritos.

5- Quando o murmurador abre a sua boca, o diabo lhe dá munição.

6- O murmurador é aquele que hospeda alguém e lhe dá um gostosíssimo banquete; quando termina a "hospitalidade", xinga o visitante até a terceira e quarta geração.

7- O murmurador, além de ferir danosamente as pessoas, ainda impede a cicatrização da própria ferida.

8- Os murmuradores deveriam saber que, ao jogarem pedras numa árvore, podem no máximo, derrubar seus frutos e ferir as suas ramagens, mas jamais podem derrubá-la.


9- Murmurador é aquele que, não conseguindo atingir o seu alvo, procura um culpado para apedrejar, justificando assim o seu insucesso. 

FONTE:  extraído do livro murmuradores de Simonar Fernandes da editora Luz para os povos.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Ricardo Gondim afirma que a maledicência abomina ao Senhor mais que os pecados sexuais


Imagem cedida por: noticias.gospelmais.com.br

O pastor da Igreja Betesda lista os motivos que fazem com que o Espírito de Deus deteste quem cria contenda 

Um dia antes de anunciar a decisão de se ausentar das redes sociais e de seu blog, o pastor Ricardo Gondim escreveu um texto falando sobre o pecado. Em seu ponto de vista, muitos cristãos estão se fixando em condenar pecados sexuais, sendo que biblicamente há situações que Deus abomina mais do que essas, como por exemplo a maledicência.
O líder da Igreja Betesda cita o texto de Provérbio 6.16 a 19 destacando que quem fala falsamente e quem semeia contenda está cometendo coisas que o Senhor abomina.
“Deus odeia toda maldade que gera morte, mas detesta, abomina, maledicência, calúnia, boataria. O Senhor execra a difamação com veemência. Por que não se combate precisamente o mal que pode desencadear a ira divina?”, questiona Ricardo Gondim.
Se focando no pecado da maledicência, ele explica os motivos que fazem com que Deus se aborreça tanto desse pecado. Um desses motivos, segundo ele, é que o maledicente procura na intimidade alheia para encontrar o que possa criticar. “É hiena com fome de carniça. O caluniador se alimenta de notícias estagnadas. Ele sabe revolver as fossas do passado – fossas podres. O mundo do caluniador rodopia em frases retalhadas de eventos que deveriam jazer no mar do esquecimento”.
Ele que foi vítima de críticos tem propriedade para mostrar o que a maledicência pode trazer para a vida de alguém e por isso escreve com tanta propriedade os motivos que fazem com que Deus se aborreça tanto de tal pecado.
“Por que o maledicente precisa de cúmplices. Ele só age em quadrilha. Amparado por gente de coração diminuto, espalha o vírus da notícia imprecisa. Procura não aparecer. Basta esperar que a informação suspeita se espalhe pela boca rancorosa de simplórios”, escreve.
Leia na íntegra:
O pecado que trará o fim do mundo
Ricardo Gondim
Percebo uma zanga generalizada sobre determinados pecados. “O mundo vai de mal a pior; estamos perto do fim”, alertam. “Mas quais pecados aceleram o fim do mundo?”, pergunto. “Promiscuidade sexual”, respondem; e ainda avisam: “Se não acontecer um avivamento puritano, semelhante ao inglês no tempo da rainha Vitória, vai chover fogo e enxofre”. Insisto; minha inquietação é grande: “Por que tanta ênfase no pecado sexual?”.
Não vamos falar de uma iniquidade que Deus odeia, ou melhor, que ele abomina? O livro de Provérbios é categórico:
Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, a língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente, e coração que maquina pensamentos viciosos, e pés que se apressam a correr para o mal, e testemunha falsa que profere mentiras,
e o que semeia contendas entre irmãos
 – Provérbios 6.16 9(o grifo é meu).
Deus odeia toda maldade que gera morte, mas detesta, abomina, maledicência, calúnia, boataria. O Senhor execra a difamação com veemência. Por que não se combate precisamente o mal que pode desencadear a ira divina? O nono mandamento da Lei de Deus não deixava dúvida, Javé não tolera quem semeia suspeita: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo”.
Por que Deus aborrece a maledicência com tanta força? 
Porque o maledicente só desopila o baço quando, insatisfeito em arranhar uma reputação, busca destruir uma história. O caluniador crava as unhas na vida de pessoas que admira com ânsia de matar.
Porque o maledicente fuça a intimidade alheia para suscitar o que não presta. Para isso gosta de ambientes mal cheirosos. É hiena com fome de carniça. O caluniador se alimenta de notícias estagnadas. Ele sabe revolver as fossas do passado –  fossas podres. O mundo do caluniador rodopia em frases retalhadas de eventos que deveriam jazer no mar do esquecimento. Quando retalha conversas, pinça revelações de contextos íntimos; e  joga ao vento com o intuito de arrasar.
Porque o maledicente se contenta em sussurrar meias verdades. Ele aumenta, nunca inventa. Sua especialidade é imaginar. Evita o risco da calúnia com vagas insinuações. Fantasia, e espalha como fato, o que suspeita. O difamador não passa de rato. Seus movimentos são ágeis pelos esgotos da dúvida. Seu mundo necessita de penumbra; suas alucinações não resistem à luz. Necessita de lusco fusco para que todos fiquem pardos.
Porque o maledicente é escorregadio. Adora o discurso conservador para se proteger de atos falhos, de pequenas escorregadelas. É ortodoxo. Gosta de discutir literalidade; detesta a sua subjetividade. Montado em lógicas incontestes, evita que outros percebam o desconforto que nutre consigo mesmo. A fofoca espalhada serve para esconder a alma exangue do detrator. Como diz José Ingenieros, ele quer empanar “a refutação alheia para diminuir o contraste com a própria”. Quando sugere a dúvida, acredita que a sua leviandade diminuirá o discernimento das pessoas.
Por que o maledicente precisa de cúmplices. Ele só age em quadrilha. Amparado por gente de coração diminuto, espalha o vírus da notícia imprecisa. Procura não aparecer. Basta esperar que a informação suspeita se espalhe pela boca rancorosa de simplórios. A maquinação da maldade não carece de sua supervisão. E não falta gente baixa. Sobra quem se deleita em assistir ao espetáculo de uma biografia enxovalhada na sarjeta. Ele se delicia em saber que outros terminaram o serviço sujo que ele só começou. Desdenha a Bíblia, que tanto repete: “Não se alegre quando o seu inimigo cair, nem exulte o seu coração quando ele tropeçar…”.
Porque o maledicente saliva na iminente derrocada de quem, na verdade, admira. Depois que sabe da desgraça se refastela. Seu sorriso tem uma satisfação satânica. Ele deseja o que o outro desfrutava. Seu ódio é proporcional à admiração. Agora, acredita que não existe mais ninguém acima de si. A língua é fogo, muitas vezes incandescida pelo inferno. A língua produz um mundo de iniquidade e só precisa de uma fagulha para incendiar o curso de uma reputação. Para acabar com alguém, bastam uma breve insinuação, um cenho franzido, um gesto hesitante.
Porque o maledicente é dono de uma perfídia maldosa. Ele é mestre nas perguntas capciosas. Sua intenção é ouvir o segredo e deixar pontos de interrogação no ar: “Será?”; “Foi assim mesmo?” Para isso, oscila sordidamente entre a piedade e a detração. Com a mesma língua bendiz a Deus e amaldiçoa a história de alguém criado à imagem e semelhança do Deus, que ele jura adorar. Se não consegue destruir a biografia, o testemunho observado objetivamente, o caluniador questiona as intenções. Gosta de fazer juízo de valores porque a subjetividade é frágil. Vale-se de seus esgotos interiores para julgar e sentenciar. Davi pecou, mas teve a graça de escolher que tipo de punição sofreria. “Prefiro cair nas mãos do Senhor, pois grande é a sua misericórdia, a cair nas mãos dos homens”. O padre Antônio Vieira comentou a passagem: “O juízo dos homens é mais temeroso do que o juízo de Deus; porque Deus julga com entendimento, os homens julgam com a vontade”.
Porque o maledicente nunca quer ser justo. Sua verdade nasce da sua antipatia. Indisposto, exerce um juízo manchado de inveja. Mal discerne que suspeita, dúvida e sentença veem contaminada com aversão. O acusador não quer saber que encarna a perigosa serpente do Apocalipse e que terá o mesmo destino.
Porque o maledicente, antes de apontar o dedo, esquece de Provérbios: As palavras do caluniador são como petiscos deliciosos; descem saborosos até o íntimo. Como uma camada de esmalte sobre um vaso de barro, os lábios amistosos podem ocultar um coração mau. Quem odeia disfarça suas intenções com lábios, mas no coração abriga a falsidade. Embora a sua conversa seja mansa, não acredite nele, pois o seu coração está cheio de maldade. Ele pode fingir e esconder o seu ódio, mas a maldade será exposta em público. Quem faz uma cova, nela cairá; se alguém rola uma pedra, esta rolará sobre ele – (26.22-27).

FONTE: www.gospelprime.com.br 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

TESTEMUNHO: A VISAO DO INFERNO


Imagem cedida por: http://detrasdarealidade.blogspot.com.br/2011/11/ah-sim-o-inferno.html

ví o testemunho deste irmão e creio na veracidade deste relato. Também ja tive experiências parecidas espirituais onde creio que é uma das formas de Deus se revelar a aqueles que ELE quer salvar.  Assistam o vídeo e tirem suas conclusões.  o Testemunho completo com informações sobre este jovem esta no blog:

http://www.a-visao-do-inferno.blogspot.com.br/


FONTE:  www.youtube.com

domingo, 10 de junho de 2012

A Sabedoria do Pai ao escolher o Filho - Jonathan Edwards



Imagem cedida por: http://emtudoaomeuredor.blogspot.com.br


Considere a escolha da pessoa DO nosso Redentor. Quando Deus designou a redenção da humanidade, Sua grande sabedoria revelou-se no fato de que Ele mesmo determinou que o Seu Único Filho fosse a pessoa que executaria essa tarefa. Ele era o redentor escolhido pelo próprio Deus e, por essa razão, é chamado nas Escrituras de "O Escolhido de Deus" (Is 42.1). A sabedoria na escolha dessa Pessoa se manifesta no fato dEle ser, em todos os aspectos, a pessoa mais apropriada para executar essa tarefa. Era necessário que a pessoa do redentor fosse uma pessoa divina. 

Ninguém, senão um ser divino era competente o suficiente para essa grande obra. Ela era totalmente inadequada para qualquer outra criatura. Era imprescindível que o redentor dos pecadores fosse infinitamente santo em si mesmo. Ninguém poderia remover a infinita maldade do pecado, senão alguém que fosse infinitamente separado do pecado e contra o pecado. E em relação a esse aspecto, Cristo é a pessoa mais adequada para ser o redentor.

Para que a pessoa fosse competente o suficiente para realizar essa tarefa, era imprescindível que ela fosse uma pessoa infinitamente digna e excelente e pudesse ser merecedora de infinitas bênçãos. E em relação a esse aspecto, o Filho de Deus é pessoa mais adequada. Era necessário que essa pessoa fosse alguém com sabedoria e poder infinitos, pois essa era uma obra tão difícil que exigia alguém com esses atributos. E em relação a esse aspecto, Cristo é a pessoa mais adequada para ser o redentor.

Era imprescindível que essa pessoa fosse muito amada por Deus Pai para que Ele concedesse um valor infinito ao acordo feito entre os dois, devido a Sua estima por essa pessoa, de modo que o amor do Pai por essa pessoa pudesse equilibrar a ofensa e a provocação causada pelos nossos pecados. E em relação a esse aspecto, Cristo é a pessoa mais adequada para ser o redentor. Somos aceitos pelo Pai, "no Amado" (Ef 1.6).

Era imprescindível que essa pessoa fosse alguém com autoridade absoluta para agir por si mesmo; alguém que não fosse um sevo ou um súdito, pois alguém que não pudesse agir por sua própria autoridade não teria valor algum. Aquele que fosse um servo e não pudesse fazer nada além do que aquilo que era obrigado a fazer não seria digno para essa tarefa. E aquele que não possuía coisa alguma que não fosse absolutamente sua não poderia pagar o preço da redenção de outro. E em relação a esse aspecto, Cristo é a pessoa mais adequada para ser o redentor. 

Ninguém, senão um ser divino poderia ser adequado para ser esse redentor. Essa pessoa deveria ser alguém que possuísse misericórdia e graça infinitas, pois nenhuma outra pessoa, senão alguém como Ele, poderia realizar uma obra tão difícil em prol de uma criatura tão indigna quanto o homem. E em relação a esse aspecto, Cristo é a pessoa mais adequada para ser o redentor.

Era imprescindível que essa pessoa possuísse verdade e fidelidade perfeitas e imutáveis. Caso contrário, não seria uma pessoa adequada, de quem poderíamos depender para realizar tamanha tarefa. E em relação a esse aspecto, Cristo é a pessoa mais adequada para ser o redentor.

A sabedoria de Deus em escolher Seu Filho Eterno se manifesta não somente no fato dEle ser a pessoa mais adequada, mas também no fato dEle ser a única Pessoa adequada dentre todas, quer criadas ou não. Nenhum ser criado – quer fosse homem, quer fosse anjo – era adequado para realizar essa tarefa... Isso revela a sabedoria divina em saber que Cristo era a pessoa adequada. 

Nenhum outro, senão Aquele que possui a sabedoria divina poderia conhecer esse fato. Nenhum outro, senão Aquele que possui a sabedoria divina poderia pensar em Cristo para ser o redentor dos pecadores. Pois, visto que Cristo também é Deus, Ele é uma das Pessoas contra Quem o homem pecou e que foi ofendida pelo pecado de rebelião do homem. 

Quem, senão o Deus infinitamente sábio poderia pensar em Cristo para ser o redentor de pecadores que haviam pecado contra Ele, os quais eram Seus inimigos e mereciam o mal infinito de Suas mãos? Quem poderia pensar nEle como Aquele que colocaria o Seu coração no homem e teria amor e compaixão infinitos por ele, exibindo sabedoria, poder e merecimento infinitos pela redenção do homem? 

"Para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais"Efésios 3.10

FONTE: www.josemarbessa.com 

domingo, 3 de junho de 2012

Oração de Confissão - Stormie Omartian


Imagem cedida por: http://veraluciaw.blogspot.com.br/2010/07/oracao-de-confissao-e-arrependimento.html


Eu disse: Confessarei as minhas transgressões ao SENHOR, e tu perdoaste a culpa do meu pecado — Salmo 32:5


A ORAÇÃO DE CONFISSÃO

Pecado é um antigo termo usado no arco e flecha que significa errar o alvo. Qualquer coisa que não seja o centro fixo é pecado. Assim, o pecado em nossa vida não apenas significa roubar uma adega, assassinar alguém ou jogar baralho no domingo. É muito mais do que isso. Na verdade, qualquer coisa fora do centro daquilo que é o melhor de Deus e de sua vontade perfeita para nossa vida é pecado. Isso amplia muito a idéia de pecado!
Quando não é confessado, o pecado torna-se um tumor sutil — enrolando seus tentáculos em volta de cada parte de nosso ser até ficarmos paralisados. A agonia de seu peso é descrita com precisão na Bíblia pelo rei Davi:

Enquanto eu mantinha escondidos os meus pecados,
O meu corpo definhava de tanto gemer.
Pois dia e noite a tua mão pesava sobre mim;
Minhas forças foram-se esgotando como em tempo de seca.
Então reconheci diante de ti o meu pecado.
E não encobri as minhas culpas.
Eu disse: Confessarei as minhas transgressões ao SENHOR,
E tu perdoaste a culpa do meu pecado.
(Salmo 32:3-5)

Quando o pecado não é confessado, uma parede levanta-se entre você e Deus. Mesmo que você deixe de praticá-lo, se esse pecado não foi confessado diante do Senhor, ele ainda pesará sobre você, arrastando-o de volta para o passado que você está tentando deixar para trás. Sei disso porque costumava levar nas costas uma bolsa cheia de falhas tão pesada que eu mal conseguia me mover. Não percebia como eu ficava curvada espiritualmente debaixo dela. Quando, por fim, confessei meus pecados, na verdade, senti o peso daquela bolsa sendo aliviado.

Todos nós que trazemos feridas emocionais profundas do passado já sofremos de baixa auto-estima, medo e culpa. Mentalmente, nós nos martirizamos, temos a tendência de pensar no pior em se tratando de nossas situações e nos sentimos responsáveis por tudo o que dá errado. É verdade que podemos ter momentos em que nos sentimos culpados por coisas que fizemos, mas não precisamos nos torturar, levando uma vida incessante de culpa. Deus proveu a chave para nos libertar disso: a oração de confissão.

Muitas vezes, não conseguimos nos ver como responsáveis por certas ações. Por exemplo, embora não seja sua culpa ser abusado por alguém, sua reação ao abuso agora é de sua responsabilidade. Você pode se sentir justificado em sua raiva ou amargura, mas, mesmo assim, deve confessá-la porque ela frustra o que Deus tem para você. Se não confessar, o peso dessa raiva ou amargura, no final, irá esmagá-lo.

A ORAÇÃO DE CONFISSÃO E ARREPENDIMENTO

Para que a confissão tenha efeito, ela deve ser feita com arrependimento. Arrependimento, literalmente, significa uma mu­dança de opinião. Significa você dar as costas, ir embora e deci­dir não cometer o mesmo pecado novamente. Significa alinhar seu pensamento corretamente com Deus. É possível confessar sem, de fato, admitir alguma transgressão. Na verdade, podemos simplesmente passar a ser bons em pedir desculpas sem intenção alguma de sermos diferentes. Confissão e arrependimento signi­ficam dizer: "A culpa é minha. Desculpe. Não vou fazer mais isso." 

Você precisa confessar e se arrepender de todo pecado para que esteja livre de sua escravidão, quer você se sinta mal com ele ou não e quer o reconheça como tal ou não. Um dia, no consultório de minha conselheira cristã, confessei em oração os dois abortos que fiz, mesmo não tendo idéia, na época, de como o aborto era errado. Sempre via o aborto como um meio de sobrevivência, não como um pecado, mas isso não o torna correto aos olhos de Deus. Li na Bíblia sobre o valor da vida no ventre. Também li: "Embora em nada minha consciência me acuse, nem por isso justifico a mim mesmo" (1 Coríntios 4:4). Não fiquei livre das garras mortais da culpa naqueles abortos até me arrepender e receber o pleno perdão de Deus.

Toda vez que confessar algo, veja se você, honesta e verdadeiramente, não sente mais vontade de fazê-lo. E lembre-se de que Deus "conhece os segredos do coração" (Salmo 44:21). Estar arrependido não necessariamente significa que você nunca mais voltará a cometer o mesmo pecado, mas significa que não pretende cometê-lo novamente. Se descobrir que está repetindo o mesmo pecado várias vezes, você precisa confessá-lo todas as vezes. Se você cometeu um pecado que acabou de confessar no dia anterior, não deixe que ele se coloque entre você e Deus. Confesse-o novamente. Desde que, verdadeiramente, arrependa-se todas as vezes, você estará perdoado e, por fim, ficará livre. A Bíblia diz: "Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do Senhor" (Atos 3:19, 20).

Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas!
(Salmo 32:1)

O diabo tem um gancho preso a você onde houver um pe­cado não-confessado. Recaídas no mesmo pecado não são desculpas para não confessá-lo. Você deve manter sua vida totalmente aberta diante do Senhor se quiser ser libertado da escravidão do pecado.
Você não pode ser libertado de algo que não pôs fora de sua vida. Confessar é falar toda a verdade sobre o seu pecado. Renunciar ao pecado é tomar uma posição firme contra ele e remover seu direi­to de permanecer. Uma vez que não somos perfeitos, a confissão e o arrependimento são contínuos. Há sempre novos níveis da vida de Jesus que precisam ser operados em nós. Estamos aquém da glória de Deus em sentidos que ainda nem podemos imaginar.

A ORAÇÃO DE CONFISSÃO CURA SEU CORAÇÃO

Quando você está construindo um alicerce, você tem de tirar a lama. O problema é que a maioria de nós não cava fundo o suficiente. Embora não possa ver todos os seus erros o tempo todo, você pode ter um coração disposto a ser ensinado pelo Senhor. Peça a Deus para trazer à luz pecados dos quais você não está ciente para que possa confessá-los, arrepender-se deles e ser perdoado. Reconheça que há algo para confessar todos os dias e ore com freqüência, como fez Davi:

Vê se em minha conduta algo te ofende, e dirige-me pelo caminho eterno (Salmo 139:24)
Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável (Salmo 51:10)
Absolve-me dos [erros] que desconheço! (Salmo 19:12)

Às vezes, quando não achamos que temos algo para confessar, uma oração pedindo que Deus o mostre irá revelar uma atitude não-arrependida, como uma postura crítica demais ou falta de perdão, que criou raízes no coração. Confessá-la impede que tenhamos de pagar um preço emocional, espiritual c físico por ela. Também irá beneficiar nossa vida social, uma vez que as imperfeições de nossa personalidade que não podemos ver são muitas vezes óbvias para os outros.
A confissão é, na verdade, um modo de vida. Se não estamos andando no caminho de Deus, se estamos fazendo algo em desobediência — falando da vida alheia, mentindo ou falando de um modo desonroso com alguém —, precisamos recomeçar do zero, e isso somente acontece com a confissão: Deus, coloco-me diante de ti e confesso minha atitude para com meu chefe. Eu me arrependo dessa atitude. Quero ser mais parecido com Cristo a cada dia.
Às vezes, quando meu marido, Michael, dizia algo que feria meus sentimentos, eu reagia — e respondia de um modo tão ofensivo quanto o dele. Isso só piorava a briga. Logo aprendi que, antes de me desculpar com Michael, eu tinha de me desculpar com Deus. Eu me colocava na presença de Deus e dizia: "Deus, sinto muito pelo que eu disse. Sei que fui movida pela carne e não pelo Espírito." Descobri que confessar ao Senhor ajudou-me a parar de me comportar assim e a pedir desculpas para Michael com uma atitude melhor.
Pense em sua própria vida. Alguma coisa desse tipo aconteceu entre você e outra pessoa? Você tem alguma atitude que precisa confessar? Se tiver, não hesite. Quanto mais rápido tratar disso, melhor.

Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia.
(Provérbios 28:13)

O pecado leva à morte; o arrependimento leva à vida. O tempo que passa entre o pecado e o arrependimento será responsável pela extensão da morte que será ceifada em sua vida. Se você tem ceifado muita morte, os problemas não irão desaparecer Jogo depois de sua confissão. Mas sua confissão deu início a um processo de reversão do que aconteceu por causa do pecado.
Sempre tenha em mente que os caminhos de Deus são para seu benefício. A confissão não serve para que Deus encontre alguma coisa. Deus já sabe. A confissão serve para que você se refaça. Deus não está seguindo seus passos, esperando que você faça algo errado para castigá-lo. Ele não tem de fazê-lo porque o castigo está inerente no pecado. Uma vez que Deus sabe disso, ele lhe deu a chave da confissão. As pessoas que confessam encontram misericórdia e o poder ilimitado de Deus.

EXTRAÍDO DO LIVRO:  7 orações que vão mudar a sua vida de Stormie Omartian da Editora Thomas Nelson Brasil.

sábado, 2 de junho de 2012

O que os país tem a ver com meu namoro? Jaime Kemp

Imagem cedida do site: http://www.discutindorelacao.com.br


Certa vez uma moça me perguntou: "Jaime, será que devemos obedecer os nossos pais em relação ao nosso namoro quando são injustos para conosco?". Um casal me contou a seguinte história: "Estamos namorando há 4 anos. Somos crentes em Jesus Eu (disse o rapaz) sou filho de pastor. Há uns dois anos que estou brigando muito com meu pai. Já não tenho mais respeito por meus pais. Eles são totalmente contra o nosso namoro. O que devemos fazer?"

Perguntas desse gênero demonstram a confusão que existe quanto ao relacionamento que um jovem deve ter com seus pais. Creia ou não, a harmonia e felicidade de seu futuro casamento depende muito de sua capacidade de lidar com seus pais e irmãos em casa, e de sua disposição de se submeter à liderança que Deus instituiu em sua vida. Por isso é muito importante tomar a seguinte decisão: "Precisamos estar em harmonia em nossos lares."

Talvez você esteja se perguntando: "Por que esta é uma decisão importante na minha vida de namoro?". Basicamente porque Deus usa nossa própria família, nosso pai e mãe, os nossos irmãos e a nossa situação em casa, para nos moldar e para desenvolver em nós qualidades espirituais, preparando-nos para o nosso próprio casamento.
Em Efésios capítulo 6, Paulo continua dando exortações sobre a família; nos versículos de 1 a 3 diz: "Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que ê o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra."
Em Colossenses 3.20, ele diz: "Filhos, em tudo obedecei a vossos pais, pois fazê-lo é grato diante do Senhor. "

Deus quer que todo jovem aprenda uma lição básica que é saber viver debaixo da autoridade que Ele estabeleceu. Romanos 13.1 nos diz que toda autoridade é instituída por Deus. Portanto, é extremamente importante para o seu futuro casamento que você aprenda a submeter Sua vontade à liderança dos seus pais e, consequentemente,
a liderança do Espírito Santo. Hebreus 5.8 nos diz que Jesus, embora sendo filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu. Aprender a viver em harmonia e paz com nossos pais e irmãos, vai requerer sofrimento e até desentendimentos, mas isto é parte do plano de Deus para conformá-lo à imagem do seu filho (Romanos 9.29).

Quantas vezes nós ouvimos esta reivindicação: "Mas eu tenho os meus direitos!". Uma coisa que nos ajudará no casamento será aprender como entregar nossos direitos ao Senhor. Em I Pedro 2, o apóstolo diz o seguinte, referindo-se a Jesus Cristo: "O qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca, pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje, quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se aquele que julga retamente. "
Jesus, naquela hora de sofrimento, sendo maltratado e passando por grande humilhação, poderia ter exercido os Seus direitos, chamando até 10.000 anjos para salvá-lo daquela situação agonizante.    No entanto, Ele entregou os Seus direitos a Seu Pai, que julga retamente.

Quantas vezes, dentro do nosso lar, somos tentados a exigir nossos direitos mas é justamente dentro da nossa situação sofredora que Deus está querendo criar em nós um espírito de mansidão e humildade. Se nós não aprendemos enquanto jovens, dentro do nosso próprio lar, aquilo que Deus quer nos ensinar, Ele continuará trabalhando pacientemente conosco quando nos casarmos. Será bem mais difícil aprender as lições dentro do nosso próprio casamento.
Na minha casa éramos sete filhos. Eu tinha dois irmãos e quatro irmãs. Meu irmão mais velho morreu com seis anos de idade. Meu outro irmão era sete anos mais velho do que eu e eu cresci praticamente com minhas quatro irmãs. Agora, imaginem quatro irmãs e um só banheiro... Eu nunca tinha vez! Parecia que as minhas irmãs gastavam tanto tempo no banheiro de propósito, só para me irritar. Eu ficava louco da vida com elas. Não percebi que através daquela situação chata Deus queria desenvolver a qualidade de paciência na minha vida. Como eu não aprendi, e porque Deus me ama e está querendo formar Jesus Cristo em mim, Ele continua trabalhando...

Prova disso é que Ele me deu quatro mulheres: minha querida esposa Judith e minhas adoráveis filhas Melinda, Márcia, Annie e, de quebra, uma cachorrinha. Bem, ainda não aprendi a ser paciente, mas tenho observado algumas coisas. Se eu tivesse aprendido esta lição, quando jovem, teria sido bem mais fácil adaptar-me à minha vida conjugai.

Quando eu converso com jovens sobre a necessidade de viver em harmonia com seus pais, muitas vezes eles me dizem: "Mas Jaime, você não conhece o meu pai. Ele é um incrédulo, um fechadão, não tenho nenhum papo com ele!" ou "Você não conhece a minha mãe, ela é muito chata!". Naquela hora eu preciso responder: "Não estou dizendo que o seu pai é crente ou que sua mãe é fabulosa, mas o jeito como você deve reagir aos seus pais, ou irmãos, numa situação difícil. Isso é importante. Não conheço os seus pais, mas conheço 'Alguém' que conhece o coração dos seus pais e que tem os seus corações em Sua mão."
Amigo, você tem na sua mão um instrumento poderoso que é a oração. Quando você começa a orar, Deus começa a agir e a mudar a situação. Então, ou Ele muda o coração dos seus pais, ou muda o seu.    Se não aprendermos a viver em harmonia no nosso lar, enquanto solteiros, sofreremos as conseqüências dentro do nosso próprio casamento. A tendência do homem é tratar a sua esposa como tratou a sua mãe.

Agora, aqui vai uma dica para as moças. Observem bem a maneira como o seu namorado, ou noivo, trata a própria mãe. Ele é respondão, não demonstra respeito e a desobedece? Quando vocês estão juntos, ele fala mal dela? Muito bem, aqui está uma dica importante para você: não se case com um homem assim! Espere até que ele aprenda a viver em harmonia com seus pais, tratando a sua mãe com honra e respeito, porque um dia ele, certamente, irá tratá-la da mesma maneira. Mas você diz: "Ah, Jaime, você não conhece o meu namorado... Ele é superlegal! Ele é tão carinhoso, tão atencioso. Ele nunca me trataria como trata a mãe dele. Aliás, você precisaria conhecer a mãe dele — uma chata! Meu namorado tem razão em não obedecê-la ou respeitá-la". Mas moças, o que dizem as Escrituras? "Filhos, em tudo obedecei a vossos pais"; "Honra a teu pai e a tua mãe." Este é o caminho para um casamento feliz.

Agora eu vou falar para os rapazes.    Observem bem a maneira como a sua namorada ou noiva trata o pai dela. Ela é respondona? Ela fala mal do pai quando vocês estão juntos? Ela não liga para as ordens dele? Muito bem, se ela demonstra atitudes assim negativas, um dia ela vai agir com você da mesma maneira que age com o pai. Enquanto ela está na casa dos pais, o pai é a autoridade na vida dela, mas, uma vez casados, você se torna a autoridade sobre ela. Você diz: "Ah, Jaime, você precisa conhecer minha gata, uma loirinha de olhos azuis e um sorriso lindo... Ela é demais! É verdade que ela desobedece ao pai, mas, também ele lhe dá cada ordem absurda! É verdade que ela não demonstra respeito por ele, mas, ele vive xingando a mãe dela!" Independentemente do. comportamento dos pais, o jovem precisa lembrar que Deus está interessado no desenvolvimento de características que devem ser cultivadas justamente nesta situação difícil. Em Números 14.18 encontramos um princípio eterno de Deus. Deus nos diz o seguinte: "O Senhor é longânimo, e grande em misericórdia, que perdoa a iniqüidade e a transgressão, ainda que não inocenta o culpado, e visita a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração."
As nossas fraquezas, a desobediência, os nossos pecados, serão transmitidos aos nossos filhos.

Conheço bem de perto uma família que ilustra perfeitamente estas palavras. A avó nunca aprendeu a ser submissa ao marido. Ela era uma pessoa agressiva e dominante. Suas duas filhas, não tendo o exemplo de uma mãe submissa, tiveram muitos problemas no casamento. Uma das filhas teve quatro filhas, das quais, três são divorciadas. Duas divorciaram-se uma única vez e, a terceira, duas vezes. Todas as três casaram-se de novo. As filhas delas também se divorciaram e uma simplesmente vive com outro homem sem ser casada. Outra foi mãe aos 14 anos, solteira, evidentemente. Para encobrir o fato, foi forçada a se casar com o pai da criança. Atualmente ela está separada do marido, abandonou o filho e vive com outro homem. Ou seja, esta é a quarta geração que está cometendo erros e sofrendo as conseqüências dos pecados das gerações anteriores.

Afinal, por que tanta tristeza e dor? Por que três destas quatro mulheres de uma só família se divorciaram? Creio que é um cumprimento da Palavra de Deus. Nenhuma dessas mulheres que eu mencionei teve a oportunidade de observar uma mãe que vivia conforme os padrões de Deus. Portanto, o pecado da avó, foi transmitido à filha que, por sua vez, o retransmitiu às netas.

Creio que o maior problema nessas famílias foi que as mulheres não aprenderam o seu papel, que é o da submissão. Como conseqüência, o casamento complicou-se a tal ponto que houve o divórcio. Não estou dizendo que os maridos dessas mulheres foram todos "anjos". Pelo contrário, muitos deles também desobedeceram a Palavra porque receberam dos seus pais uma imagem errada de marido e pai. Mas creio que se essas mulheres tivessem vivido conforme as exortações do apóstolo em I Pedro 3.1-6 — onde Pedro dá instruções às mulheres em como ganhar seus maridos desobedientes — a situação teria sido diferente.

A melhor coisa que uma mãe pode dar como herança às suas filhas é ser submissa ao pai delas, e a melhor herança que um pai pode dar aos seus filhos é amar a mãe deles. Como é importante aprender os princípios e propósitos de Deus para com a família e, pela graça de Deus e força do Espírito Santo, colocá-los em prática.
Jovem, se você percebe que há um espírito de rebeldia ou desobediência na vida do seu parceiro, espere no Senhor; converse com ele sobre este espírito, orem juntos e tenham paciência até que ele possa viver em harmonia com seus pais e irmãos e em submissão à obra do Espírito Santo. Se você não puder esperar e for casar mesmo assim, tenha certeza que Deus ama você. 

O propósito d'Ele é que você tenha a imagem de Jesus Cristo. Assim sendo, Ele vai continuar trabalhando em você, mas será bem mais difícil e, em alguns casos, a tempestade será grande demais e o casamento poderá naufragar. Esta harmonia só pode ser desenvolvida entre duas pessoas que têm Jesus Cristo como Salvador e Senhor, e que estão constantemente submetendo as suas vontades, decisões e procedimento à liderança do Espírito de Deus. O desafio de aprender a obedecer autoridades e viver em harmonia é um dos maiores e um dos mais importantes para um casamento feliz.

"Senhor, falando honestamente, porque sei que Tu me conheces e não posso esconder coisa alguma do Teu olhar, confesso que tenho demostrado um espírito de rebeldia no meu lar, especialmente no relacionamento com meus pais. Não tenho entendido o que Tu queres fazer na minha vida através da situação difícil na minha família. Mas, Senhor, agora eu me submeto à obra do Espírito Santo em mim e peço que tu me dês a capacidade de reagir positivamente aos meus pais e irmãos e cooperar contigo no desenvolvimento de qualidades espirituais. Em nome de Jesus eu peço estas coisas. Amém!

FONTE: Extraído do livro Eu amo você : namoro, noivado, casamento & sexo / Jaime Kemp. 19 ed. rev. São Paulo : Hagnos, 2005
ISBN   85-243-0325-5

domingo, 27 de maio de 2012

Cristo intercede por nós – Thomas Watson (1620-1686)



Imagem cedida por: http://para-levitas.blogspot.com.br


Também intercede por nós" (Rm 8.34). Quando Arão entrava no lugar santo, seus sinos soavam. Quando Cristo entrou no céu, sua intercessão fez um melodioso som aos ouvidos de Deus. Embora Cristo tenha sido exaltado na glória, não colocou de lado sua compaixão, mas ainda se importa com seu corpo místico.

Assim como José se importou com seu pai e seus irmãos quando foi promovido à corte, Cristo "também intercede por nós". Interceder significa fazer um pedido a favor de outro. Cristo é o grande Mestre de pedidos no céu. "Cristo é o sacerdote universal do Pai", disse Tertuliano.

Quais são as qualificações de nosso intercessor?

I O nosso intercessor é santo. "Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus" (Hb 7.26); "Aquele que não conheceu pecado" (2Co 5.21).

Ele conheceu o pecado em seu peso, não em seu ato. Era um requisito, quanto àquele que eliminaria os pecados dos outros, que fosse sem pecado. A santidade é uma das pedras preciosas que brilham no peitoral de nosso sumo sacerdote.

II. Nosso intercessor é fiel. "Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus" (Hb 2.17). Moisés foi fiel como servo, Cristo como Filho (Hb 3.5). Ele não se esquece de qualquer causa que tem de defender, nem usa qualquer truque na alegação.

Um advogado comum pode deixar alguma palavra de fora que venha atrapalhar o cliente ou que é contra o cliente dependendo do incentivo financeiro que recebeu de ambos os lados. Mas Cristo é fiel à causa que ele defende. Podemos deixar nossos problemas com ele, podemos confiar nossas vidas e nossas almas em suas mãos.

III. Nosso intercessor nunca morre. Durante o tempo em que durou o ofício dos sacerdotes no período da lei, os sacerdotes morriam: "São impedidos pela morte de continuar" (Hb 7.23). Mas Cristo vive "sempre para interceder por eles" (Hb 7.25). Cristo não tem sucessor em seu sacerdócio.

FONTE: www.josemarbessa.com

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