quinta-feira, 4 de outubro de 2012

TRAIR E ORAR, É SÓ COMEÇAR! - Dani Marques

Imagem cedida por: http://mulher.terra.com.br

O título te escandalizou? Ou foi a imagem? Sabe o que que mais me escandaliza, ou melhor, indigna? É saber que o adultério corre solto dentro das igrejas. Os escândalos anunciados na mídia e os muitos e-mails que recebo não me deixam mentir. Não, não estou falando de pessoas que vez ou outra traem, se arrependem genuinamente e buscam restauração em Cristo, mas sim daqueles que se dizem irmãos e vivem na imoralidade. Ou seja, o adultério e a prostituição fazem parte da sua vida tanto quanto a oração e leitura da Palavra (diga-se de passagem: leitura conveniente da Palavra). Um dos exemplos que me vem a mente, é o caso do pastor que ignorou o acento da palavra adúltera, acrescentou uma vírgula no texto e criou um justificativa para traçar sua "ovelhinha": "Vá, tome uma mulher, adultera...". Veja a diferença do texto original: "Vá, tome uma mulher adúltera e filhos da infidelidade, porque a nação é culpada do mais vergonhoso adultério por afastar-se do Senhor". Oséias 1:2.

Líderes religiosos usando a Palavra para justificar o pecado? Não preciso nem me dar ao trabalho de procurar. Tem aos montes!

Mas não podemos esquecer que adultério não envolve apenas o ato físico: "Mas eu lhes digo: qualquer que olhar para uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração". Mt 5:28. "Vixi, então o negócio tá feio!" Feio? Tá feio, encardido e fedendo a estrume!
Quantos líderes religiosos lascivos estão levedando toda a massa? Pregando a Vida e vivendo na morte? Abra o cardápio da imoralidade e observe:

1 - Pastores que traem suas esposas com mulheres da própria igreja;
2 - Mulheres que sentem prazer em acentuar suas curvas para atrair olhares;
3 - Líderes religiosos frequentadores de prostíbulos;
4 - Líderes de jovens viciados em pornografia;
5 - Pastoras com fogo na periquita incendiando o "gabinete pastoral";
6 - Mulheres que usam o pretexto do aconselhamento individual para seduzir seus líderes;
7 - "Levitas" praticantes de sexo virtual;
8 - Padres pedófilos e etc.

A exortação hoje é para os que se dizem cristãos, pregam Jesus, mas não vivem o que pregam. Para os que sabem que adultério é pecado, que pornografia é adultério, mas "consideram prazer entregar-se à devassidão em plena luz do dia. São nódoas e manchas, regalando-se em seus prazeres... Tendo os olhos cheios de adultério, nunca param de pecar, iludem os instáveis e têm o coração exercitado na ganância. Malditos! 2 Pe 2:13 e 14

A vocês, Cristo tem algo a dizer: "Melhor lhe seria amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar. Teria sido melhor que não tivessem conhecido o caminho da justiça, do que, depois de o terem conhecido, voltarem as costas para o santo mandamento que lhes foi transmitido. Confirma-se neles que é verdadeiro o provérbio: "O cão voltou ao seu vômito" e ainda: "A porca lavada voltou a revolver-se na lama". Mt 18:62 e Pedro 2:1-22

"Mas Dani, como alguém que conhece a Cristo e prega a sua Palavra é capaz de fazer tal coisa?" Sinto-lhe dizer, mas isso não é novidade e nem raridade. Paulo que o diga: "É verdade que alguns pregam a Cristo por inveja e rivalidade, mas outros o fazem de boa vontade. Estes o fazem por amor, sabendo que aqui me encontro para a defesa do evangelho. Aqueles, pregam a Cristo por ambição egoísta, sem sinceridade, pensando que me podem causar sofrimento enquanto estou preso." Filipenses 1:15-17

O texto de hoje fala diretamente aos adúlteros, mas inclua na lista os caluniadores, apegados ao dinheiro, roubadores, maledicentes, injustos e depravados. Os invejosos, homicidas, que promovem rivalidades e estão cheios de engano e malícia. Também os bisbilhoteiros, insolentes, arrogantes e presunçosos. Os que inventam maneiras de praticar o mal, desobedecem a seus pais, são insensatos, desleais, sem amor pela família e implacáveis.

Calma, eu ainda não terminei: os "levitas", que cantam tão bem quanto cantam a mulher dos outros, os que tocam com tanto profissionalismo quanto tocam material pornográfico e os que falam tão bem quanto mentem. Os que mostram aparente misericórdia, mas não são capazes de demonstrar amor nem pela própria esposa, os que pregam Mateus 6:19 mas vivem Lucas 12:19, os que exaltam a atitude do bom samaritano, mas agem como o sacerdote e o levita e os que que amedrontam suas ovelhas com Malaquias 3 e se deleitam com os "frutos" deste medo. Acho que vou parar por aqui, porque a lista é grande!

"Embora essas pessoas conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam. Será que você despreza as riquezas da sua bondade, tolerância e paciência, não reconhecendo que a bondade de Deus o leva ao arrependimento? Contudo, por causa da sua teimosia e do seu coração obstinado, você está acumulando ira contra si mesmo, para o dia da ira de Deus, quando se revelará o seu justo julgamento. Deus retribuirá a cada um conforme o seu procedimento." Romanos 1:32 e 2:4-6

Não, o Senhor não leva em conta o tempo da nossa ignorância, conforme Atos 17:30, mas pra você que não é um ignorante e já conheceu o caminho da justiça, a sua ÚNICA saída é o arrependimento, antes que sua alma seja requerida e antes que a volta de Cristo te surpreenda como o ladrão na noite. E pra terminar, te desafio a se decidir entre o frio e o quente. Se optar por Cristo, mude de vida hoje, busque-o! Mas se pretende continuar se deleitando em seus prazeres, renegue-o, antes que você seja vomitado de Sua boca:

"Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente! Assim, porque você é morno, nem frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca. Você diz: Estou rico, adquiri riquezas e não preciso de nada. Não reconhece, porém, que é miserável, digno de compaixão, pobre, cego e que está nu. Dou-lhe este aconselho: Compre de mim ouro refinado no fogo e você se tornará rico; compre roupas brancas e vista-se para cobrir a sua vergonhosa nudez; e compre colírio para ungir os seus olhos e poder enxergar. Repreendo e disciplino aqueles que eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se. Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo." Apocalipse 3:15-20

"Dura é essa palavra. Quem consegue ouvi-la? Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram!". Jo 6:60 e Mt 7:14


FONTE: : http://www.genizahvirtual.com/
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O Cenário esta quase pronto! Daniel Werneck

http://sosinterativo.blogspot.com.br
A paz e graça do Senhor jesus para todos irmãos!


Pois bem, o título dessa postagem esta de acordo com aquilo que irei expor para vocês: O cenário esta quase pronto. Mas alguém poderá perguntar: Mais que cenário? me refiro ao momento em que vivemos que antecede uma nova ordem mundial e a aparição do Anti cristo de Maneira pública. 

Acredito que em nosso tempo presente estamos como que em um grande teatro onde várias apresentações estão acontecendo em ordem progressiva e em cada apresentação um espetáculo diferente com momentos de comédia, terror, oratória, etc e em cada parte deste mesmo espetáculo, um novo personagem surge, e este termina persuadindo a plateia e tentando ganhar a sua confiança. E assim que eu vejo os últimos acontecimentos Geopolíticos. Nestes últimos meses temos nos surpreendido com as mudanças políticas que estão ocorrendo na Europa e no oriente médio.

Fortes candidatos ao cargo de "futuro líder mundial"  perderão seus cargos através de eleições 'livres" e algumas pessoas anônimas passaram a serem conhecidas mundialmente da noite para o dia. Muitas mudanças ainda precisam ocorrer e em cada uma delas, a expectativa aumenta visto que as turbulências econômicas e religiosas tem sacudido o oriente e o ocidente.  

Muitas mudanças ainda virão e novos personagens irão aparecer propondo soluções e tentando resolver os problemas que assolam seus países e também o resto do mundo.  Ainda é preciso que algumas profecias sejam cumpridas e que o cenário esteja pronto para o "gran finale" onde O anticristo irá pegar todo um sistema pronto para que venha a cumprir determinadas profecias a esse respeito. em relação a isto quero reforçar oque antes já falei que é preciso que alguns eventos ocorram antes da nova ordem mundial ser implementada. esses eventos são:

  • O ataque de Israel ao Irã; Creio que é questão de tempo para que isso ocorra. o Senhor me revelou em sonhos este evento mas creio que o irã tem um papel muito importante a desempenhar na ascensão do A.C. ele é representado pelos pés da besta que sobe do mar de Ap 13:2 e é um dos 4 animais vistos por Daniel no capítulo sete e que também representa o império persa. O irã é uma das nações que apoiarão o A.c em seu governo. 
  • Um super presidente na união Europeia; Ao contrário de que muitos pensam, acredito que um Super presidente Europeu se levantará e ele se aproximará de Israel, mas não vejo o como o A.c mas como alguém que vai auxilia-lo em sua ascensão. muitos vão pensar ser ele o homem do pecado, mas este será um grande líder a seu serviço (em outros estudos falarei mais sobre isso e o Senhor me revelou isto em um sonho também)
  • Uma grande crise econômica e fome no mundo; Isso também esta para ocorrer como juízo da parte de Deus (mais detalhes em minhas revelações escatológicas)

Emfim, tenho outros eventos para serem apresentados mas deixarei isto para um tempo mais oportuno. Estamos como que na plateia, observando e acompanhando estes fatos. Mas não esqueça de orar e vigiar para que não sejas pego de Surpresa! Peça a Deus que lhe confirme tudo isso que lhes falei pois assim estarás mais preparado pra quando este dia chegar. abraços!

Deus os abençõe!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

9 Fases na Vida de Uma Igreja - Mark Driskoll

http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja

Há muitas fases na vida de uma igreja. Saber em que fase a sua igreja está é crucial à saúde e à longevidade dela e, o mais importante, ao progresso futuro do evangelho.

As seguintes nove fases da vida de uma igreja procedem de minhas observações na implantação da Mars Hill Church e na assistência a centenas de outras implantações de igrejas por meio do ministério Atos 29.

1. Gestação

Nesta fase, uma visão é plantada. Deus chama um líder (ou líderes) para começar uma nova igreja e esclarece os detalhes da visão. Um grupo inicial de pessoas é reunido, um local de reuniões é provido, alguns ministérios começam a se formar, e recursos financeiros são obtidos.

2. Nascimento

Durante esta fase, a igreja deixa de ser um conceito e se torna uma realidade. Ela se abre para convidar a comunidade mais ampla e focaliza sua atenção em evangelização, crescimento e implementação de novos sistemas, estabelecendo novos líderes.

3. Infância

Infância é o período de tempo em que a frequência à igreja se torna um tipo de padrão estabelecido, planos de longo prazo se iniciam, novos programas são acrescentados, e estruturas administrativas se desenvolvem, a fim de se prepararem para crescimento numérico e envolvimento na missão da igreja.

4. Adolescência

Nesta fase, membros da igreja começam a assumir posições de maior liderança, o governo da igreja começa a se formar, a frequência à igreja e a contribuição financeira começam a aumentar.

5. Maturidade

Quando uma igreja começa a amadurecer, o número de líderes é aumentado, a igreja ganha a confiança de que agora tem estabilidade suficiente, o governo e a liderança da igreja são solidificados, a frequência à igreja e a contribuição financeira se tornam mais fortes. A igreja é agora independente, governa-se a si mesma e financia-se a si mesma. É também comum que igrejas nesta fase comprem suas próprias acomodações.

6. Paternidade

Paternidade é o tempo quando a igreja está pronta para reproduzir-se por dar liderança e recursos financeiros para o início de outro ciclo de implantação de igreja. Isto resulta no surgimento de uma nova congregação. Neste caso, o fato singular é que a igreja patrona da implantação da nova igreja tem um interesse permanente em orar por e ser responsável pelo novo trabalho, visto que tem-se sacrificado por ele.

7. Descendência

Esta época da vida de uma igreja ocorre quando ela já implantou tantas igrejas que começa a ver igrejas implantadas de terceira e quarta geração.

8. Morte

Quando uma igreja não é saudável, ela morre. Uma igreja não é saudável quando ela deixa de experimentar crescimento nas conversões ou deixa de atrair líderes jovens. Nesta altura, os membros da igreja se deparam com um dilema crítico. Primeiro, podem negar a morte iminente da igreja, vender seus bens para prolongar sua morte, redefinir sua missão para proteger sua morte ou apenas sobreviverem enquanto a igreja morre lenta e dolorosamente, reescrevendo os melhores anos de sua história para sentirem-se significantes e bem-sucedidos. Segundo: podem tomar sua morte iminente como uma oportunidade para ressurgir.

9. Ressurreição

Nesta fase, os membros de uma igreja sabem que ela está morrendo ou, pelo menos, não é tão saudável e frutífera como deveria ser e decidem, humildemente, encerrar a sua organização e reimplantar a igreja. Reimplantações são feitas normalmente pela contratação de um novo pastor empreendedor para começar com os bens existentes e com a liberdade de acabar programas, excluir pessoas problemáticas e decidir o que fazer com suas instalações. Doar as instalações e os bens para um plantador de igreja ou para uma igreja que está crescendo é outra opção. Igrejas que têm esta humildade e sabedoria devem ser estimadas como igrejas-modelos pela maioria das igrejas que não se desenvolvem ou estão em declínio e precisam ter uma visão para a um futuro frutífero e fiel.

Em que fase está a sua igreja?

Tradução: Francisco Wellington Ferreira

FONTE: www.editorafiel.com.br

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Amor por aquilo que Deus ama - Thomas Watson

http://www.fivesolas.com/watson/wattarget.htm

Se nós somos amantes de Deus, nós amamos aquilo que Deus ama.

(i) Nós amamos a Palavra de Deus. Davi estimava a Palavra pela sua doçura, acima do mel (Salmo 119.103), e pelo seu valor, acima do ouro (Salmo 119.72). As linhas da Escritura são mais ricas do que minas de ouro. Nós devemos amar a Palavra apropriadamente; ela é a estrela-ímã que nos atrai para o céu, é o campo no qual a Pérola está escondida. O homem que não ama a Palavra, mas a considera de maneira excessivamente estrita e deseja que alguma porção da Bíblia fosse dela arrancada (como um adúltero desejaria fazer com o sétimo mandamento), esse não tem sequer a menor fagulha de amor em seu coração.

(ii) Nós amamos o dia de Deus. Nós não apenas guardamos um sabbath, mas nós amamos um sabbath. “Se chamares ao sabbath deleitoso” (Isaías 58.13). O sabbath é aquilo que mantém a face da religião entre nós; esse dia deve ser consagrado como glorioso ao Senhor. A casa de Deus é o palácio do grande Rei, e no sabbath ali Deus revela a Si mesmo através da treliça. Se nós amamos a Deus, nós estimamos o Seu dia sobre todos os outros dias. Toda a semana seria escura se não fosse por esse dia; nesse dia, o maná cai numa porção dobrada. Nele, de um modo especial, as comportas do céu permanecem abertas, e Deus desce numa chuva dourada. Nesse dia bendito, o Sol da justiça se levanta sobre a alma. Oh, como um coração gracioso aprecia esse dia, feito com o propósito de desfrutarmos de Deus.

(iii) Nós amamos as leis de Deus. Uma alma graciosa tem prazer na lei porque ela restringe os seus impulsos pecaminosos. O coração estaria pronto a correr descontroladamente para o pecado, se ele não tivesse alguns benditos freios postos pela lei de Deus. Aquele que ama a Deus ama a Sua lei – a lei do arrependimento, a lei do negar-se a si mesmo. Muitos dizem amar a Deus, mas odeiam as Suas leis. “Rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas” (Salmo 2.3). Os preceitos de Deus são comparados a laços; eles amarram os homens ao seu bom comportamento; mas os ímpios acham esses laços apertados demais, portanto dizem: “Vamos rompê-los!” Eles fingem amar a Cristo como Salvador, mas O odeiam como Rei. Cristo nos fala sobre o Seu jugo (Mateus 11.29), mas os pecadores gostariam que Ele pusesse uma coroa em suas cabeças, e não um jugo em seus pescoços; que Ele fosse um estranho rei que governasse sem leis.

(iv) Nós amamos o retrato de Deus, nós amamos a Sua imagem resplandecendo nos santos. “Todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido” (1João 5.1). É possível amar um santo e, ainda assim, não amá-lo como santo; nós podemos amá-lo por alguma outra coisa, pela sua ingenuidade ou porque ele é afável e generoso. Um animal ama um homem, não porque ele é um homem, mas porque ele o alimenta e lhe dá forragem. Mas amar um santo na qualidade de santo, isso é um sinal de amor a Deus. Se nós amamos um santo por sua santidade, por possuir nele algo de Deus, então nós o amaremos nestas quatro situações:

(a) Nós amaremos um santo, embora ele seja pobre. Um homem que ama o ouro amará o ouro, mesmo que ele esteja enrolado em trapos; assim também, mesmo que um santo esteja em trapos, nós o amamos, porque há nele algo de Cristo.

(b) Nós amaremos um santo, embora ele tenha muitas falhas pessoais. Não há perfeição aqui. Em alguns, prevalece a ira impulsiva; em outros, a inconstância; e em outros, excessivo amor pelo mundo. Um santo nesta vida é como o ouro ainda em minério, muita escória de fraqueza está agarrada a ele; ainda assim, nós o amamos pela graça que nele está. Um santo é como um belo rosto com uma cicatriz: nós amamos a bela face da santidade, embora nela haja uma cicatriz. A melhor esmeralda tem as suas manchas, as estrelas mais brilhantes têm as suas cintilações, e o melhor dos santos tem as suas falhas. Você que é incapaz de amar alguém por causa de suas fraquezas, como poderia Deus amá-lo?

(c) Nós amaremos os santos, embora, em algumas coisas menores, eles discordem de nós. Talvez um outro cristão não tenha tanta luz quanto você, e isso possa fazê-lo errar em algumas coisas; você irá rapidamente desprezá-lo porque ele não pode ainda vir para a sua luz? Onde há união no essencial, deve haver união nas afeições.

(d) Nós amaremos os santos, embora eles sejam perseguidos. Nós amamos o metal precioso, mesmo que ele esteja na fornalha. São Paulo carregou em seu corpo as marcas do Senhor Jesus (Gálatas 6.17). Aquelas marcas eram, como as cicatrizes do soldado, honoráveis. Nós devemos amar um santo tanto nas cadeias quanto nos palácios. Se nós amamos a Cristo, nós amamos os Seus membros perseguidos.

Se nisso consiste o amor a Deus, em amarmos a Sua imagem brilhando nos santos, oh, então quão poucos amantes de Deus podem ser encontrados! Acaso amam a Deus aqueles que odeiam os que são semelhantes a Deus? Acaso amam a pessoa de Cristto aqueles que estão cheios de um espírito de vingança contra o Seu povo? Como se pode dizer que uma mulher ama o seu marido, se ela rasga o seu retrato? Certamente, Judas e Juliano [1] ainda não estão mortos, o seu espírito ainda vive no mundo. Quem é considerado culpado, senão os inocentes?! Que crime é pior do que a santidade, se o diabo está entre os jurados?! Os homens ímpios parecem ter grande reverência pelos santos do passado; eles canonizam os santos mortos, mas perseguem os vivos. Em vão os homens professam o credo, e dizem ao mundo que amam a Deus, quando eles abominam um dos artigos do credo, qual seja, a comunhão dos santos. Certamente, não há um maior sinal de que um homem está pronto para ir ao inferno do que este: não apenas carecer da graça, mas também odiá-la.

[1] Provavelmente, uma referência ao imperador romano Juliano, conhecido como “o Apóstata”.
FONTE: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2012/09/thomas-watson-os-testes-do-amor-a-deus-46/#ixzz26wS5JurQ

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Como o Espírito Santo Vem a Nós e Faz a Sua Obra - John Owen

Imagem cedida por: http://edmilsonjds.blogspot.com.br/


Somente Deus é quem nos dá o Espírito (Lc 11.13; Jo 3.34; 1Jo 3.24). Tal “dádiva” é um ato de autoridade e de liberdade que procede das riquezas da graça de Deus (Lc 11.13; Jo 4.10; 14.17; 1Co 4.7; Tt 3.6; 1Co 12.7). Deus o envia para nós (Sl 104.3; Jo 14.26; 15.26; 16.7). Este “enviar” significa que o Espírito Santo não estava com a pessoa antes de ser enviado a ela, e nos diz que é uma obra especial de Deus a qual ele não havia feito antes.

Deus nos ministra o Espírito (Gl 3.5; Fp 1.19). Isso implica que Deus de contínuo nos supre adicionalmente da sua graça através do seu Espírito. Está dito que Deus põe o seu Espírito em ou sobre o homem (Is 42.1; 63.11). Ele faz isso quando pretende que alguém se beneficie de algum modo do seu Espírito, e.g., Saul, Eldade e Medade (1Sm 10.10; Nm 11.27; Am 7.14;15 e Jr 1.5-7). 

Diz-se que Deus derrama o seu Espírito Santo frequentemente (Pv 1.23; Is 32.15; 44.3; Ez 39.29; Jl 2.28; At 2.17; 10.45). Esta expressão é sempre utilizada com referência à era do evangelho, e implica em comparações que nos remetem a uma outra época ou ato anterior de Deus em que ele deu o seu Espírito, mas não da mesma forma como pretende dá-lo a nós agora. Concede-se, nos dias do evangelho, uma parcela muito maior do Espírito. Essa expressão designa um ato notável da riqueza divina (Jó 36.27; Sl 65.10-13; Tt 3.6; 1Tm 6.17) e o derramar dos dons e das graças do Espírito — não da sua Pessoa (pois onde ele é dado, é dado permanentemente) — e refere-se a obras especiais do Espírito, tais como a purificação e a consolação daqueles sobre quem é ele derramado (Ml 3.2,3; Is 4.4; Lc 3.16; Ez 36.25-27; Jo 7.38,39; Tt 3.4-6; Hb 6.7; Is 44.3; Sl 72.6).

Como age o Espírito Santo 

O Espírito procede do Pai e do Filho (Jo 15.26). Como está pessoalmente relacionado ao Pai e ao Filho desde a eternidade ele, portanto, procede eternamente do Pai e do Filho e, de boa vontade e livremente, atua com vistas a cumprir a obra que lhe cabe.
É-nos dito que ele “vem” (Jo 15.26; 16.7,8; 1Cr 12.18; At 19.6). Devemos orar para que ele venha a nós. Também está dito que ele “cai sobre os homens” (At 10.44; 11.15); que repousa sobre aqueles a quem é enviado (Is 11.2; Jo 1.32,33; Nm 11.25,26; 2Rs 2.15; 1Pe 4.14). Ele se deleita na obra sobre a qual repousa (Sf 3.17) e nela permanece (Jo 14.16).

Diz-se que o Espírito sai de algumas pessoas (1Sm 6.14; 2Pe 2.21; Hb 6.4-6; 10.26-30). Mas ele jamais sairá dos que estão no pacto da graça (Is 59.21; Jr 31.33; 32.39,40; Ez 11.19,20).

Argumenta-se algumas vezes que o Espírito Santo pode ser dividido. Os que assim o dizem apontam para Hebreus 2.4 onde o termo grego para “dons” do Espírito é “distribuição, separação”. Mas o sentido aqui é que o Espírito Santo deu vários dons aos primeiros pregadores do evangelho com o objetivo de que a doutrina deles pudesse ser vista e confirmada por Deus, segundo a promessa de Cristo (Jo 15.26, 27). Assim, os “sinais” eram obras maravilhosas atestando que Deus operava juntamente com eles em sinais e “maravilhas”, eram obras além dos poderes da natureza. 

Eram feitas para encher os homens de espanto e do senso da presença de Deus. “Poderes miraculosos” incluíam abrir os olhos aos cegos e ressuscitar os mortos. Estes são “dons do Espírito Santo”. Todas estas e outras obras de natureza semelhante eram realizadas pelo Espírito Santo (1Co 12.7-11).


FONTE; www.ospuritanos.blogspot.com.br/

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

BIOGRAFIA: George Vicesimus Wigram (1805 -1879)

http://www.stempublishing.com


George Vicesimus Wigram era o vigésimo filho de Sir Robert Wigram, um rico comerciante de Londres. É disso que resulta o seu segundo nome em latim que em português quer dizer “vigésimo”. 

Ele nasceu no 1805. Enquanto ainda jovem, ingressou no exército britânico. Foi provavelmente por volta do ano de 1824 que chegou a se converter e em 1826 deixou o serviço militar, para estudar teologia no colégio “Queen’s College” em Oxford. Na sua condição de filho de um pai rico, ele teve algumas características especiais de que tomaram nota os seus colegas de estudos.

Assim ele era o único estudante que tinha como ter uma charrete fechada; por outro lado, teve o costume de esfregar um manto novo tanto tempo na parede até que tivesse aparência de usado. Também era conhecido pelo fato de possuir um coração aberto e elevadas forças intelectuais.

Na sua condição de estudante, teve contato com James Lampden Harris e Benjamin Wills Newton em Oxford, e mais tarde, no ano de 1830, também com John Nelson Darby . Mais ou menos um ano depois, George Vicesimus Wigram se separou da Igreja Anglicana e mudou-se, juntamente com B. W. Newton, para Plymouth. De sua considerável fortuna, sem mais nem menos, G. V. Wigram comprou ali uma capela, a Providence Chapel na rua Raleigh, onde então cada noite houve preleções sobre assuntos bíblicos.

Durante uma visita de John Nelson Darby, os irmãos ali começaram a partir o pão. Assim se formou ali a primeira “assembléia” na Inglaterra. Um traço bastante notável e conhecido dos crentes reunidos ali conforme os pensamentos de Deus era, que se separaram de tudo que consideraram ser mundano, seja de livros, vestimenta e móveis. Essas ofertas voluntárias foram juntadas em tal quantia que era necessário vendê-los em leilão público. O que faz esse caso de Plymouth tão impressionante é que a assembléia agia em unanimidade e também a maneira sincera e convicta em que aconteceu esse abandono do mundo.

Embora George Vicesimus Wigram passasse a maioria do tempo em Plymouth, pouco tempo depois surgiu também uma assembléia em Londres por meio dele. Naqueles anos, G. V. Wigram se dedicou principalmente a uma tarefa especial, ou seja à compilação de concordâncias bíblicas, que haviam de servir como ajuda àqueles que possuíam pouco ou nenhum conhecimento das línguas hebraica ou grega. Ele financiou esses empreendimentos de sua considerável fortuna, embora ele mesmo dissesse em grande modéstia, que “apenas passou por minhas mãos”.

No ano de 1839 foi publicada “The Englishman’s Greek Concordance of the New Testament” (“A Concordância Grega do Leitor Inglês referente ao Novo Testamento”) e em 1843 “The Englishman’s Hebrew and Chaldee Concordance of the Old Testament” (“A Concordância Hebraica e Aramaica do Leitor Inglês referente ao Antigo Testamento”). Os dois volumes, desde então, sempre têm sido republicados e foram úteis e de bênção para inúmeros estudantes das Escrituras Sagradas.

Assim essa obra de G. V. Wigram se constituiu em um serviço relevante para toda a Igreja de Deus até em nossos dias.

George Vicesimus Wigram era um fiel amigo de John Nelson Darby e seu companheiro durante muitas viagens. Na questão de Bethesda nos anos de 1845 a 1850 estava firme ao lado dele. A sua sinceridade e lealdade nunca têm sido questionadas.

Era editor da revista “The Present Testimony” (“O Testemunho Atual”) nos anos 1849 a 1873 (uma revista sucessora da primeira revista dos irmãos intitulada “The Christian Witness” — “O Testemunho Cristão”). Nela publicou diversos de seus escritos que, mais tarde, foram publicados em cinco volumes (a última edição em inglês por H. L. Heijkoop, Winschoten).

Quando por volta de 1873 o testemunho florescente das igrejas diminuiu por causa de diversas influências, ele desistiu da edição dessa revista. Sentiu que os irmãos não correspondiam mais ao chamado de Deus. Certa vez mencionou: “Nós tínhamos de reconhecer a verdade de joelhos em oração perpétua, mas hoje pode ser comprada por um preço barato”.

Já no ano de 1838 ele compilou um hinário sob o título “Hymns for the Poor of the Flock” (“Hinos para os Pobres do Rebanho”; compare Zacarias 11:7). Pelo fato de circular também outros hinários, George Vicesimus Wigram recebeu em 1856 o convite de se ocupar detalhadamente com esse assunto. Disso surgiu um novo hinário sob o título “A Few Hymns and Some Spiritual Songs Selected 1856” (“Alguns Hinos e Cânticos Espirituais Selecionados 1856”). Esse, então, foi usado de forma geral até que, em 1881, sob liderança de John Nelson Darby , foi revisado e ampliado mais uma vez. De forma modificada esse hinário ainda hoje está sendo usado nos países de fala inglesa.

Alguns hinos bonitos contidos nele são de autoria de G. V. Wigram. Durante o tempo por volta de 1850, George Vicesimus Wigram visitava os grupos de crentes que haviam surgido em decorrência do trabalho de William Darby e Julius Anton von Poseck na Renânia (região na Alemanha) em diversas localidades (Benrath, Hilden, Haan, Ohligs, Rheydt e Kettwig).

Também fazia visitas mais prolongadas nos últimos anos de sua vida na Nova Zelândia, nas ilhas do Caribe etc. Por todos os lados o seu ministério foi bastante apreciado. Sempre era seu alvo servir somente a Cristo. No dia 1 dejaneiro de 1879 o Senhor o tomou para consigo.


FONTE: www.cristaosnahistoria.blogspot.com.br

Os puritanos e a pregação da palavra de Deus


Imagem cedida por: http://grupodeoracaosaomiguel.blogspot.com.br


É típico se ver nas igrejas cristãs um zelo especial pela Palavra de Deus. Nas denominações evangélicas este cuidado também é notório. Embora um tanto desgastada pelos péssimos exemplos da atualidade a pregação da Palavra sempre ocupou um lugar de destaque no culto e na vida cristã, seja do leigo ou do ministro. Ao percorrer a história do cristianismo salta aos olhos os gloriosos exemplos deste amor pelas Letras Sagradas. Os puritanos podem ser tomados como um desses exemplos e aqui estarão expostos os seus traços gerais; servindo-se como guia a exposição de James Packer.
Ainda que um lapso de tempo de quatrocentos anos nos separe dos puritanos, hoje se reafirma a  necessidade de empenho, sinceridade e boa disposição na pregação. Os sermões puritanos eram marcados pela centralidade na Bíblia e vivacidade, tendo em vista a vida diária. “A retórica dos puritanos era serva do biblicismo deles” (p. 300).

A tradição puritana quanto à pregação foi criada em Cambridge na passagem do século XVI para o século XVII, pelos líderes do primeiro grande movimento evangélico naquela universidade (William Perkins, Paul Baynes, Richard Sibbes, John Cotton, John Preston, Thomas Goodwin e outros). O puritanismo que tinham em comum não era um programa de reformas eclesiáticas (p. 300).
No final do século XVI a estrutura dos sermões já tinha sido simplificada, nasceu então a divisão do sermão em três pontos. Lloyd-Jones foi o principal responsável pela entrada da tradição puritana da pregação no séc. XX (p. 301).

Ao traçar o perfil dos puritanos, Packer ressalta as atitudes e maneiras como a pregação deve ser apresentada, tal como aparece no Westminster Directory for the public Worship of God.
Ao servo de Deus cabe realizar todo o seu ministério (p. 298):
1-     Com empenho, não fazendo a obra do Senhor com negligência.

2-     De forma clara, para que os mais simples possam entendê-lo, equilibrado no uso das palavras.

3-     Fielmente visando a honra de Cristo, a conversão, a edificação, a salvação de pessoas e não sua própria glória e vantagem; nada ocultando que possa promover esses objetivos.

4-     Sabiamente, formulando bem todas as suas doutrinas, exortações e, sobretudo, suas reprimendas.

5-   Com seriedade, como convém à Palavra de Deus, evitando gestos, tons de voz e expressões que ocasionem as corrupções humanas que levem as pessoas a desprezarem a ele mesmo e o seu ministério.

6-     Com amor, para que as pessoas vejam que tudo se deriva de seu zelo piedoso, de seu profundo desejo em lhes fazer o bem.
7-    Como alguém que foi ensinado por Deus e que está persuadido, em seu próprio coração, de que tudo quanto ensina é a verdade de Cristo.

Quatro axiomas sublinham todo o pensamento puritano sobre a pregação:

1-     Primazia do intelecto: “Toda graça entra por meio do entendimento”. O único caminho para o coração, que o pregador está autorizado a tomar, passa pela cabeça das pessoas.

2-     Crença na suprema importância da pregação. O sermão era o clímax litúrgico da adoração pública. O sermão não vem naturalmente, o estudo intenso deve ser constante e toda a vida semanal do pregador deve ser planejada tendo em vista o tempo necessário para a preparação do sermão.

3-     Crença no poder que as Escrituras possuem para dar vida. Confiança no poder vivificador e nutriente da mensagem bíblica. A Bíblia é a Palavra de Deus, portanto tem poder para tocar as pessoas no âmago de suas almas. A tarefa do pregador é apascentar o rebanho com o conteúdo da Bíblia. A pregação era caracterizada pela reverência pela verdade revelada e a fé em sua total suficiência ante às necessidades humanas. Por esses motivos o trabalho pastoral era definido em termos de pregação.

4-     Crença na soberania do Espírito Santo. Insistiam que a eficácia final da pregação está fora do alcance do pregador (p. 304).

Os tipos de pregação que derivaram dessas convicções (p. 305...):

1-     A pregação dos puritanos era expositiva em seu método. Explicavam o texto em seu contexto; extraíam uma ou mais observações doutrinárias; ampliavam, ilustravam e confirmavam, com base em outros trechos bíblicos, as verdades dali derivadas.

2-     A pregação dos puritanos era doutrinária em seu conteúdo. “A tarefa do pregador consiste em pregar a fé, e não promover entretenimento para os incrédulos – em outras palavras, alimentar as ovelhas e não divertir os bodes” (p. 306).

3-     A pregação dos puritanos era ordeira em seu arranjo. Davam importância à análise e um bom sermão tinha que ser o mais claro e lógico quanto possível. Eles ensinavam às sua congregações a memorizarem os sermões a fim de meditarem neles durante a semana. Um sermão que fosse difícil de ser lembrado, por essa mesma razão, era tido como um mau sermão (p. 306).

4-     A pregação dos puritanos era profunda em seu conteúdo e popular em seu estilo. Toda a prédica que exalta o pregador não edifica e é uma pregação pecaminosa. Usavam uma linguagem (o inglês) simples, direta e familiar.

5-     A pregação dos puritanos era cristocêntrica em sua orientação. “A chamada do pregador consiste em anunciar todo o conselho de Deus; e a cruz é o centro desse conselho” (p. 307). Três metas: humilhar o pecador, exaltar o Salvador e promover a santidade.

6-     A pregação dos puritanos era experimental em seus interesses. A pregação era declaradamente prática: conduzir as pessoas ao conhecimento de Deus, a experimentá-lo. A regra fora formulada por David Dickson, que recomendou a um jovem pastor que estudasse dois livros ao mesmo tempo: a Bíblia e o seu próprio coração. “Os puritanos viam como uma questão de consciência provarem, por si mesmos, o poder salvífico do evangelho que recomendavam a outros” (p. 308). Demonstravam terem experimentado aquilo que estavam falando.

7-     A pregação dos puritanos era transpassante em suas aplicações. A Palavra de Deus deve ser aplicada aos diferentes tipos de pessoas, dado que as igrejas são formadas por um misto de todo tipo de gente. Baseado nisso o Westminster Directory for Publick Worship of God especifica seis tipos de aplicações: 1) instrução ou informação quanto ao conhecimento de alguma ... conseqüência de sua doutrina; 2) refutação de doutrinas falsas; 3) exortação quanto aos deveres; 4)dissuasão, repreensão e admoestação pública; 5) consolo adequado; 6) auto-exame (p. 309).

8-     A pregação dos puritanos era poderosa em sua maneira de ser. Eles buscavam a unção no púlpito e pregavam como se fosse a última vez, “como se a morte estivesse em suas costas” (p. 310). A técnica é uma necessidade na pregação (exposição e aplicação), mas é necessário, principalmente, a unção do Espírito Santo.
   
    EXTRAÍDO DE: Leituras em PACKER, J. I. A pregação dos puritanos. Cap. 17, in Entre os gigantes de Deus: Uma visão puritana da vida cristã. São José dos Campos, SP: 1996.

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