quinta-feira, 21 de junho de 2012

Agradecimento publico a Deus pela minha Filha

minha filha muito bem e se recuperando

Amados, a paz do Senhor para todos!

Venho em público agradecer ao todo poderoso, e criador do universo, pelo nascimento e desenvolvimento de minha filha Júlya vitória, que completou recentemente dois meses de nascida. 

Minha filha, nasceu de sete meses e minha esposa teve complicações durante a gravidez fiz um voto a Deus que se desse tudo certo e minha filha nascesse e vivesse, seria uma MISSIONÁRIA. 

Quero cumprir oque prometi e desde pequena irei educa-la e cria-la nos caminhos do Senhor Jesus. 

Muitas das complicações que minha esposa teve durante a gestação, o Senhor Jesus me alertou em sonhos e visões, e no fim, deu tudo certo. 


Minha filha passou uns dois meses na incubadora.
Sofri muito durante este período. mas ela foi forte e deus nos ajudou

Agradeço a Deus pelos irmãos que oraram pela minha esposa e pelos leitores do blog que estiveram acompanhando esta brilhante fase em minha vida.
No quarto após ter alta. alegria da minha vida

Minha filha é uma benção de Deus
eu a amo muito
Será exemplo para nossa família
e luz para as pessoas do mundo.

Pregará o evangelho
com sua vida aos moribundos
grandes coisas o Senhor fará
por meio de seu testemunho

Tudo aquilo que eu não fiz
que ela possa fazer em dobro
glorificando a Deus em tudo
louvando ao nosso Senhor neste mundo

Aquilo que estava torno
ela endireitará
onde campeava amargura
um rio de riso se elevará

Logo logo muitos ouvirão
o quão esta menina é notável
e alegrará seus pais
até as larguras do mundo

um legado será deixado
passado de pai pra filho
essa menina nos fará
acreditar mais no Deus do impossível

Papai te ama muito minha filha!

Deus te abençõe! 

Que os irmãos possam continuar orando por mim e pela minha família! preciso muito das vossas orações!
a paz do Senhor amados!

Daniel Werneck

Pensamentos - Sinomar Fernandes

Imagem cedida por: http://ibrestituicao.blogspot.com.br/2010/06/aprendendo-agradecer-ao-inves-de.html  
A murmuração é uma atitude abominável.
Nunca ouvi dizer de um murmurador que ficasse impune.

Por isso recomendo aos meus leitores que leiam com atenção estes pensamentos:

1- O murmurador é aquele que, na tua presença te beija, mas por detrás, te apunhala.

2- O murmurador é aquele que te atrai para o escuro, pois o que vai falar não pode ser dito à luz. E fala baixinho.

3- O murmurador vê tudo sujo, mas nunca se lembra de limpar os próprios óculos.

4- O murmurador vive à caça dos defeitos alheios, mas nunca aceita falarem dos seus deméritos.

5- Quando o murmurador abre a sua boca, o diabo lhe dá munição.

6- O murmurador é aquele que hospeda alguém e lhe dá um gostosíssimo banquete; quando termina a "hospitalidade", xinga o visitante até a terceira e quarta geração.

7- O murmurador, além de ferir danosamente as pessoas, ainda impede a cicatrização da própria ferida.

8- Os murmuradores deveriam saber que, ao jogarem pedras numa árvore, podem no máximo, derrubar seus frutos e ferir as suas ramagens, mas jamais podem derrubá-la.


9- Murmurador é aquele que, não conseguindo atingir o seu alvo, procura um culpado para apedrejar, justificando assim o seu insucesso. 

FONTE:  extraído do livro murmuradores de Simonar Fernandes da editora Luz para os povos.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Ricardo Gondim afirma que a maledicência abomina ao Senhor mais que os pecados sexuais


Imagem cedida por: noticias.gospelmais.com.br

O pastor da Igreja Betesda lista os motivos que fazem com que o Espírito de Deus deteste quem cria contenda 

Um dia antes de anunciar a decisão de se ausentar das redes sociais e de seu blog, o pastor Ricardo Gondim escreveu um texto falando sobre o pecado. Em seu ponto de vista, muitos cristãos estão se fixando em condenar pecados sexuais, sendo que biblicamente há situações que Deus abomina mais do que essas, como por exemplo a maledicência.
O líder da Igreja Betesda cita o texto de Provérbio 6.16 a 19 destacando que quem fala falsamente e quem semeia contenda está cometendo coisas que o Senhor abomina.
“Deus odeia toda maldade que gera morte, mas detesta, abomina, maledicência, calúnia, boataria. O Senhor execra a difamação com veemência. Por que não se combate precisamente o mal que pode desencadear a ira divina?”, questiona Ricardo Gondim.
Se focando no pecado da maledicência, ele explica os motivos que fazem com que Deus se aborreça tanto desse pecado. Um desses motivos, segundo ele, é que o maledicente procura na intimidade alheia para encontrar o que possa criticar. “É hiena com fome de carniça. O caluniador se alimenta de notícias estagnadas. Ele sabe revolver as fossas do passado – fossas podres. O mundo do caluniador rodopia em frases retalhadas de eventos que deveriam jazer no mar do esquecimento”.
Ele que foi vítima de críticos tem propriedade para mostrar o que a maledicência pode trazer para a vida de alguém e por isso escreve com tanta propriedade os motivos que fazem com que Deus se aborreça tanto de tal pecado.
“Por que o maledicente precisa de cúmplices. Ele só age em quadrilha. Amparado por gente de coração diminuto, espalha o vírus da notícia imprecisa. Procura não aparecer. Basta esperar que a informação suspeita se espalhe pela boca rancorosa de simplórios”, escreve.
Leia na íntegra:
O pecado que trará o fim do mundo
Ricardo Gondim
Percebo uma zanga generalizada sobre determinados pecados. “O mundo vai de mal a pior; estamos perto do fim”, alertam. “Mas quais pecados aceleram o fim do mundo?”, pergunto. “Promiscuidade sexual”, respondem; e ainda avisam: “Se não acontecer um avivamento puritano, semelhante ao inglês no tempo da rainha Vitória, vai chover fogo e enxofre”. Insisto; minha inquietação é grande: “Por que tanta ênfase no pecado sexual?”.
Não vamos falar de uma iniquidade que Deus odeia, ou melhor, que ele abomina? O livro de Provérbios é categórico:
Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, a língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente, e coração que maquina pensamentos viciosos, e pés que se apressam a correr para o mal, e testemunha falsa que profere mentiras,
e o que semeia contendas entre irmãos
 – Provérbios 6.16 9(o grifo é meu).
Deus odeia toda maldade que gera morte, mas detesta, abomina, maledicência, calúnia, boataria. O Senhor execra a difamação com veemência. Por que não se combate precisamente o mal que pode desencadear a ira divina? O nono mandamento da Lei de Deus não deixava dúvida, Javé não tolera quem semeia suspeita: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo”.
Por que Deus aborrece a maledicência com tanta força? 
Porque o maledicente só desopila o baço quando, insatisfeito em arranhar uma reputação, busca destruir uma história. O caluniador crava as unhas na vida de pessoas que admira com ânsia de matar.
Porque o maledicente fuça a intimidade alheia para suscitar o que não presta. Para isso gosta de ambientes mal cheirosos. É hiena com fome de carniça. O caluniador se alimenta de notícias estagnadas. Ele sabe revolver as fossas do passado –  fossas podres. O mundo do caluniador rodopia em frases retalhadas de eventos que deveriam jazer no mar do esquecimento. Quando retalha conversas, pinça revelações de contextos íntimos; e  joga ao vento com o intuito de arrasar.
Porque o maledicente se contenta em sussurrar meias verdades. Ele aumenta, nunca inventa. Sua especialidade é imaginar. Evita o risco da calúnia com vagas insinuações. Fantasia, e espalha como fato, o que suspeita. O difamador não passa de rato. Seus movimentos são ágeis pelos esgotos da dúvida. Seu mundo necessita de penumbra; suas alucinações não resistem à luz. Necessita de lusco fusco para que todos fiquem pardos.
Porque o maledicente é escorregadio. Adora o discurso conservador para se proteger de atos falhos, de pequenas escorregadelas. É ortodoxo. Gosta de discutir literalidade; detesta a sua subjetividade. Montado em lógicas incontestes, evita que outros percebam o desconforto que nutre consigo mesmo. A fofoca espalhada serve para esconder a alma exangue do detrator. Como diz José Ingenieros, ele quer empanar “a refutação alheia para diminuir o contraste com a própria”. Quando sugere a dúvida, acredita que a sua leviandade diminuirá o discernimento das pessoas.
Por que o maledicente precisa de cúmplices. Ele só age em quadrilha. Amparado por gente de coração diminuto, espalha o vírus da notícia imprecisa. Procura não aparecer. Basta esperar que a informação suspeita se espalhe pela boca rancorosa de simplórios. A maquinação da maldade não carece de sua supervisão. E não falta gente baixa. Sobra quem se deleita em assistir ao espetáculo de uma biografia enxovalhada na sarjeta. Ele se delicia em saber que outros terminaram o serviço sujo que ele só começou. Desdenha a Bíblia, que tanto repete: “Não se alegre quando o seu inimigo cair, nem exulte o seu coração quando ele tropeçar…”.
Porque o maledicente saliva na iminente derrocada de quem, na verdade, admira. Depois que sabe da desgraça se refastela. Seu sorriso tem uma satisfação satânica. Ele deseja o que o outro desfrutava. Seu ódio é proporcional à admiração. Agora, acredita que não existe mais ninguém acima de si. A língua é fogo, muitas vezes incandescida pelo inferno. A língua produz um mundo de iniquidade e só precisa de uma fagulha para incendiar o curso de uma reputação. Para acabar com alguém, bastam uma breve insinuação, um cenho franzido, um gesto hesitante.
Porque o maledicente é dono de uma perfídia maldosa. Ele é mestre nas perguntas capciosas. Sua intenção é ouvir o segredo e deixar pontos de interrogação no ar: “Será?”; “Foi assim mesmo?” Para isso, oscila sordidamente entre a piedade e a detração. Com a mesma língua bendiz a Deus e amaldiçoa a história de alguém criado à imagem e semelhança do Deus, que ele jura adorar. Se não consegue destruir a biografia, o testemunho observado objetivamente, o caluniador questiona as intenções. Gosta de fazer juízo de valores porque a subjetividade é frágil. Vale-se de seus esgotos interiores para julgar e sentenciar. Davi pecou, mas teve a graça de escolher que tipo de punição sofreria. “Prefiro cair nas mãos do Senhor, pois grande é a sua misericórdia, a cair nas mãos dos homens”. O padre Antônio Vieira comentou a passagem: “O juízo dos homens é mais temeroso do que o juízo de Deus; porque Deus julga com entendimento, os homens julgam com a vontade”.
Porque o maledicente nunca quer ser justo. Sua verdade nasce da sua antipatia. Indisposto, exerce um juízo manchado de inveja. Mal discerne que suspeita, dúvida e sentença veem contaminada com aversão. O acusador não quer saber que encarna a perigosa serpente do Apocalipse e que terá o mesmo destino.
Porque o maledicente, antes de apontar o dedo, esquece de Provérbios: As palavras do caluniador são como petiscos deliciosos; descem saborosos até o íntimo. Como uma camada de esmalte sobre um vaso de barro, os lábios amistosos podem ocultar um coração mau. Quem odeia disfarça suas intenções com lábios, mas no coração abriga a falsidade. Embora a sua conversa seja mansa, não acredite nele, pois o seu coração está cheio de maldade. Ele pode fingir e esconder o seu ódio, mas a maldade será exposta em público. Quem faz uma cova, nela cairá; se alguém rola uma pedra, esta rolará sobre ele – (26.22-27).

FONTE: www.gospelprime.com.br 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

TESTEMUNHO: A VISAO DO INFERNO


Imagem cedida por: http://detrasdarealidade.blogspot.com.br/2011/11/ah-sim-o-inferno.html

ví o testemunho deste irmão e creio na veracidade deste relato. Também ja tive experiências parecidas espirituais onde creio que é uma das formas de Deus se revelar a aqueles que ELE quer salvar.  Assistam o vídeo e tirem suas conclusões.  o Testemunho completo com informações sobre este jovem esta no blog:

http://www.a-visao-do-inferno.blogspot.com.br/


video
FONTE:  www.youtube.com

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